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 Seleção Natural no Criacionismo Bíblico

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sodré
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MensagemAssunto: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/2/2008, 12:59

http://www.forum.clickgratis.com.br/viewtopic.php?p=2&mforum=cienciadasorige#2
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/2/2008, 13:01

aqui não permitiu colocar o artigo na sua largura original.
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Ronaldo
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/2/2008, 13:15

Já temos um webmaster:

wellington_glass@hotmail.com
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Wellington Glass
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/4/2008, 03:57

sodré, aparece no MSN, preciso ver o que não deu certo na sua postagem...
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/5/2008, 14:48

quando tento publicar, dá erro de largura
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Wellington Glass
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   1/8/2008, 01:42

Sodré, como lhe informei por MP, cada mensagem no tópico pode se usar 15999 caracteres, sendo assim se vc ultrapassar será necessário continuar seu tópico em uma nova mensagem. Isso não tem como mudar , pois quem define é próprio site desse forum onde foi hospedado.
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:53

Descoberta: O Principal fator biomodificacional
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44046061&refresh=1









A Seleção Natural no Criacionismo Bíblico e a Tese do Potencial de Patrimônio Genético Ascendente para a Hipervariabilidade Genética Adaptavel e Entrópica Descendente
Do Gêneses ao Apocalipse e da Criação ao Ambientalismo Atual

Por Sodré Gonçalves






Com certeza você já viu a tendência degenerativa artificial no planeta :




Talvez tenha visto a tendência entrópica natural do planeta com seres vivos, como se ele fosse um grande ser vivo envelhecendo e sendo envelhecido.




Agora vc vai ver a tendência Natural degenerativa das especies, inclusive atrravés da seleção natural dos sobreviventes , com acúmulo de doenças genéticas nas descendencias (Dr Sanford) maior que seleção possa conter.











A Criação (Natureza) como dádiva a ser cultivada , respeitada e cuidada (ecologia) , tem estado em constante degradações naturais e artificiais 1.

Referências diretas específicas deste trabalho:

http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia1/defaultp.html (Bióloga Marcia de Oliveira, phd)
http://origins.swau.edu/papers/evol/marcia3/defaultp.html
http://creationwiki.org/Kinds (Biólogos americanos informado por Thiago Vespa , com tradução de Giovanna Izidoro logo abaixo)
http://www.uncommondescent.com/archives/1173 (DrSanford)
http://jan.ucc.nau.edu/~kiisa/pdfs/Roth%20et%20al.%201992.pdf (teses mestrado biologia)
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids
=11989691&dopt=Abstract http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=
11989691&dopt=Abstract
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7971692 (Comunidade Seleções Sobreviventes)
http://www.answersingenesis.org/creation/v22/i1/professing_creation.asp (site criacionista)



nstituições Cientificas ligadas ao ambientalismo e criacionismo que se relacionam com este trabalho, lembrando que sou autor de um projeto para diminuição de emissão de 10.000 toneladas/dia de Co2 que ainda não foi implementado.

http://www.nwcreation.net/groupcreation.html
http://ausable.org/au.pacificrim.cfm
http://www.rae.org/revevlnk.html 30/12/07
http://members.aol.com/dwr51055/Creation.html#Local%20Creationist%20Groups













Resumo:


Sendo a variabilidade genética correspondente ao grupo de genótipos possíveis para um determinado caráter ou fator, temos evidenciado através da miscigenação e cruzamentos de especies primas, a ancestralidade como tendo cada vez mais, maior patrimonio genético e maior “potencial” de variabilidade genética, que as descendencias que se isolaram. Alguem poderia refutar demonstrando que genótipos continuariam a variar indefinidamente, porem o aumento de carga genética negativa tem condenado as descendencias cada vez mais perto da sua extinção (Sanford), tambem pela queda de variabilidade em suas novas populações isoladas a vida tem sido comprometida e extinta. Por mais que novos genótipos e maior variabilidade ocorra quando consideramos toda biodiversidade biodiversicada, ela, a nivel de população de espécie, situa-se em ambientes redutores de variabilidade devido a isolamentos das populações, ou mutações do tipo deleção, em suas fixaçõe de sub-especies e etnias. Especiações e ramificações degeneradas advindas de uma origem edemica e hipervariável geneticamente, se multiplicam sobre a terra em seus últimos rastros estelares








Mutações reacionarias "Inteligentes" diminuem o papel da seleção natural. A observação de mutações inteligentes ocorridas em cada ser vivo ao adaptar-se ao meio , e estas uma vez consolidadas e descendidas passam a ser preferidas no "crossing-over" , nos cruzamentos, "poluindo" assim toda uma população de um mesmo ambiente natural e até , entre humnos, cultural, como é o caso do diabetes tipo 2 em face do ambiente cultural de alimentação rica em açucar concentrado. Vemos isso tambem no aumento de pessoas sem dente siso. Não que estas estejam sendo necessariamente selecionadas, mas que mutações ocorridos em cada individuo parecem ser reconhecidos como mais adaptaveis em outros quando nos cruzamentos, resultando em transformações na população e demonstrando que os "crossing-over" e recombinações não são aleatorias, mas de alguma forma são comunicadas tais necessidades adaptativas preferencialmente na fecundação






Quem é o Mais Apto na Seleção Natural (Resumo)


Mais apto é superficialmente considerado aquele que consegue sobreviver e deixar mais descendentes. A seleção natural do " mais apto" ocorre modificando as populações descendentes (gradualmente e/ou rapidamente em poucas gerações em caso de catástrofes, isolamentos ou alguma contingencia que ameaçe certas formas fenópticas de vida)


Quem é o "mais apto" é algo que tem sido investigado para sabermos prever certos vetores e direções que a seleção natural dá .Perguntar sempre que características possuem em relação a população anterior , (tanto entre espécies como "na" própria espécie). Quem é mais apto entre as espécies, as baratas? Os escorpiões? Os microorganismos? E perguntar em uma mesma espécie, quem sobrevive mais? Que características diferenciadas possui? Que contextos favorecem mais a quem ? São perguntas que julgamos ser importantes para se desvendar uma tendencia geral dos mecanismos biomodificaionais atuando e sendo selecionados nas diversas populações de especie.



Uma avaliação de quais características possuem os mais aptos e sobreviventes, diante de diversas contingências ameaçadoras da vida, nos revela quadros gerais de adaptação/melhoramento apenas “relativo” das mesmas, de forma a fixar características mais adaptáveis. Porem, isso reclama um quadro genótipo vulnerável, mutante, apenas adaptado, acumulando muitas vezes doenças genéticas, diminuindo tempo de vida, tamanho, complexidades, e não raras vezes orientando a espécie, cada vez mais perto de sua extinção. O melhor relativo não é o melhor geral para determinadas formas de vida e/ou circunstâncias gerais (exceto especificas). Verificamos esta regra exceto para espécies que infectam diversos tipos de vida , nocivas

"Predação, plantas tóxicas, vírus, sofrimento e morte de organismos não vegetais não se ajustam a um esquema concebido por um sábio Criador onisciente. O paradigma criacionista atribui isso [ a uma tendencia natural degenerativa, adaptacional, sobrevivente, de escassez alimentar, a ocorrer na natureza desde o Eden, acrescido***] da obra de um poder maligno na natureza. Esse conceito é de maior valia ao considerarmos a imensa sofisticação existente na operação da matéria viva, tudo parecendo conduzir a nada - isto é, à subseqüente morte do organismo’. George T. Javor (Ph.D., pela Columbia University)
http://dialogue.adventist.org/articles/15_3_javor_p.htm”

”.









Introdução:




Independente da imensa polêmica datacional que trataremos mais adiante 2, o Criacionismo bíblico reflete a orientação histórico-arqueológica-bíblica que vai desde um paraíso de Gênesis a um caos apocalíptico. Desde um planeta perfeito capaz de abrigar e dar sustento a animais imensos, aves imensas, répteis imensos (classificados na Bíblia separadamente de animais), mamutes na Sibéria, raízes gigantes testemunhados pelos fósseis á mudanças ecológicas drásticas reveladas também pelo decréscimo de tamanho das espécies primas sobreviventes que tiveram que se adaptar, extinções em massa revelados paleontologicamente, sepultamento repentino em lama, ou areia, de trilhões de toneladas de seres vivos que se tornariam em fosseis e 275 fontes arqueológicas sinópticas (semelhantes) citando tal mortandade 3.

O criacionismo bíblico ainda descreve um histórico de sobrevivência degenerativa nas genealogias de Gênesis 10 e 11, que relatam queda vertiginosa de longevidade da espécie humana e fundação por efeito gargalo, de uma outra espécie humana degenerada, sobrevivente, porem mais adaptada em relação a anterior, especiando ou etnificando nos novos climas nos quais foram se isolando e criando novas subespécies e etnias, devido a variabilidade genética populacional reduzida vertiginosamente nas tragédias e nos isolamentos populacionais amplamente e repetidamente descritos na Bíblia, criando novas configurações genópticas e consequentemente fenópticas (quanto ao DNA e quanto aos novos ambientes), aumentando a expressão e biodiversidade sobrevivente da espécie humana, animais e vegetais.


floresta ante-diluviana correspondente ao periodo carbonífero, com samambaias de 20 metros registradas hoje em fosseis .
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:54

- Carbonífero Superior
Chamado de o período dos “carvões
betuminosos”, com luxuriantes florestas de pântanos, nas quais arvores
como LEPIDODENDRON E SIGILLARIAS alcançaram altura de até 30m.
As GIMNOSPERMAS contribuem cada vez mais em direção ao Topo do carbonífero.


Ainda,
o modelo bíblico-criacionista profetiza a degradação ambiental humana
prevista no ano 100DC em apocalipse 11:18, quando se diz: “Chegou a
hora de destruir os que destroem a terra”.Previsões claras de
gigantescos Tsunamis: “ homens desmaiarão de terror por causa das ondas
do mar”( Jesus) e doenças degenerativas, câncer, “ulceras malignas” em
apocalipse 16, o que se entende hoje como resultado de acumulo de carga
genética negativa nas diversas mutações sobreviventes, a maioria delas,
deletérias e/ou comprometedoras nos descendentes. (Dr Sanford em
“entropic genetic” 2006 através de pesquisa de 5000 doenças genéticas)


Portanto,
perceber esta tendência entrópica no planeta e na genética dos seres
vivos de diversas formas, além de constituir a evidencia de um
histórico entrópico e degenerativo, está em consonância com a segunda
lei da termodinâmica. Também situa-se em perfeita harmonia com as
escrituras históricas , arqueológicas, de estudos de estatisticas
genealogicas , e com as escrituras sagradas bíblicas e proféticas.
Levando-nos a intuir um início glorioso que esteve se perdendo, se
desgastando, se adaptando para sobreviver, e que se orienta
escatologicamente (terminalmente).

A tendência a desordem, a
perda de calor e energia nos processos seja de um motor de carro, seja
de um motor celular e de seus milhares de processos aquecidos pela
queima de açucar nas mitocôndrias, a entropia das substancias, tudo nos
fala da necessidade de manutenção, seja dos 500.000 reparos no DNA que
ocorrem diariamente no corpo humano, seja de reparos artificiais que
muitas vezes temos que interferir na natureza, seja de algum manutenção
planetária ou astronômica para que haja vida. Enfim tudo nos remete a
uma origem gloriosa que vem se desgastando, e é isso que a revelação da
Biblia nos diz.
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26796515&tid=2565832686921895046&start=1




No
aspecto biológico, seguindo a perspectiva modificacional que tomou
conta das análises tanto biológico como cosmológicas desde Darwin,
destacamos a lei da seleção natural das espécies como se comunicando
perfeitamente com o modelo bíblico-criacionista, tanto no sentido de
convergir números estatísticos populacionais genealógicos no tempo
(Yale, Dr Chang, Nature 2004), como também para compor ainda mais sua
perspectiva mais ampla do mundo biológico. ***Mais amplo, pois
contempla para além dos aspectos
modificacionais/adaptacionais.Contempla a beleza, as cores em excesso,
as dadivas das fruteiras, o amor sacrifical sobretudo das fêmeas pelos
seus filhotes, a utilidade pródiga em contexto harmônico, origem com
traços nítidos de planejamento e aspectos teológicos, não fisicalistas,
como revelação da bondade do Criador em prover prazer e felicidade,
como também a atual crise dicotômica (bem & mal) ,tão repetida nas
diversas realidades dos seres vivos.


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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:58

A seleção natural do mais apto


A
seleção natural do mais apto muitas vezes foi, e ainda é vista
popularmente como a seleção do "melhor geral", e as descendências
destes “melhores" acrescentariam características cada vez mais aptas,
no sentido de adaptáveis, complexas, fortes, ou sobreviventes, etc... .
Mais tarde foi se verificando que o "melhor” era bem mais relativo e/ou
fortuito, ou seja, era o mais apto apenas a alguma circunstancia muitas
vezes adaptativa em um determinado tempo e local, ou por fator
designado apenas como "sorte".




Segundo Felix
(Mestrado em biologia da UFMG), também há diversos enfoques distintos.
O mais enfatizado na teoria de Darwin nos diz que a seleção natural
acrescentaria gradualmente características, e entre outros enfoques
alguns destacam a seleção natural mais como fator de extermínio
(negativa) de grande parte da biodiversidade.

E esta foi uma
polemica antiga entre Wallace, verdadeiro autor da lei da seleção
natural, e o confesso lamarkista Darwin, pois Darwin tentava unir sua
posição lamarkista (Uso/desuso) destacando que a sobrevivência do mais
apto conferia e acrescentava vantagens graduais às espécies o que seria
chamado de seleção natural positiva, mas Wallace enfatizava mais o lado
de extermínio que a seleção realizava do antecedente comportamento
biomodificacional das espécies, o que sempre foi o mais obvio de se
pensar). Mas eles não poderiam saber nada de mutações, logo focalizaram
mais nos finalmentes.

Podemos perceber hoje com o avanço nas
pesquisas, sobretudo ligadas ao comportamento vulnerável e mutacional
do DNA onde se verificou "recentemente" que a força fraca que une as
“letras” do DNA permite constantes adulterações no gene 4 , reforçando
a idéia de que as modificações podem ocorrer em tempo rápido dependendo
das pressões sofridas pelos seres vivos.


Verificamos que
seleção natural tanto possui o papel de podar o que se modificou
(confirmando previsões de seu autor, Wallace), diminuindo a tendencia
biodiversificadora das especies, como também de fixar novas
configurações de manifestação fenóptica, ou excluir características não
adaptáveis, o que também pode gerar aumento de biodiversidade a partir
destas novas fixações e novas configurações genéticas.





Lembramos
que tais mudanças são “mais aptas” no sentido de positivas , apenas
relativamente, pois que é sabido que as mutações são mais negativas e
deletérias, dispendiosas geneticamente e comprometeras da sobrevida da
especie.

A tendência da espécie como população é tentar manter
sua configuração , biomodificações ocorrem geneticamente e se fixam
pela seleção natural diante de pressões externas, para a sua
sobrevivência e adaptação . A seleção natural tende também a preservar
espécies conservadoras em relação a sua população dentro de sua
variabilidade genética, como tambem beneficiar os sobreviventes que
apresentarem mudanças “aptas” ou adequadas a alguma contingencia..


A mudança drástica está ligada a separações , ou exterminios de parte
da população, ocasiados por desastres ou grandes mudanças. A biomudança
é positiva apenas relativamente, ou seja, no aspecto geral, a tendência
degenerativa adaptacional é observada sempre, segundo alguns critérios
mais amplos, tanto quanto as espécies fogem de seu estado original
populacional.

O conservadorismo da espécie no sentido
populacional e morfologico , anatômico e até histológico, é o que mais
se verifica no constante trabalho de reparação do DNA ocorrida nos
seres vivos. Enre as varias direções da seleção natural , vemos esta
privilegiar os organismos bem copiados, ou que apresentem as
características mais conservadoras da espécie no sentido populacional e
morfologiico, São feitos 500.000 reparos genéticos por dia nos 3
bilhões de pares de bases do DNA. O gene p-53 do cromossomo 17,
supressor do câncer por exemplo, tem o papel de produzir proteína que
corrija defeitos e alterações mutacionais do DNA, existem ainda
milhares de mecanismos de correção nas replicações e inúmeros exemplos
de micro-conservadorismo, onde a manutenção deste significa SAÚDE e
mais tempo desobrevivencia e vida.




Temos
tambem observações zoológicas onde os animais que mais preservam as
características genótipas e fenóticas de sua população, possuem maior
saúde e maiores chances de sobrevivência em geral, exceto relativamente
a alguma contingência, o que, em diversos casos, a mudança irá
beneficiar aquele mais adaptável, modificado algumas vezes, em
detrimento do mais conservador.

Na especie , considerando-a
ser "tipos padrões básicos", em sua população, vemos a tendencia de
permanecer dentro das possibilidades de sua variabilidade genética,
exceptuando pressões adaptativas, como casos de queda de variabilidade
por isolamento, ou tragedia, etc..isso é que vai beneficiar uma mudança
significativa em relação a população, sem perder tanto seu padrão
morfologico, e isso, de forma muitas vezes rápida e verificavel como
neste exemplo abaixo:

"O que pareceu fascinar mais outros
biólogos, porém, é a grande velocidade com que o fenômeno do
deslocamento de caráter ocorreu. "Eu acreditava que fosse demorar muito
mais", comentou na "Science" o biólogo David Pfening, da Universidade
da Carolina do Norte. A redução média de 5% no tamanho de bico,
considerada drástica pelos biólogos, ocorreu no intervalo de cerca de
um ano, praticamente de uma geração para a outra.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14848.shtml









O conservadorismo morfologico se respalda na comparação fossil
de muitas especies (mais de 500) consideradas antigas as atuais, os
chamados "fosseis vivos' de hoje, que espelham grandes semelhanças
morfologicas, e tambem no trabalho de Hill House Publishers, 2007 6.
Trabalhos diversos da mesma linha do Dr.Behe em "limites da evolução" e
"caixa preta de Darwin" onde demonstrra dificuldades impossiveis de se
transpor através de gradualismos caoticos



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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:59

Fixismo x Morfologia padrão de "tipos básicos"

Será
que a Libélula "raçuda" atravessaria centenas de milhões de anos com o
mesmo padrão morfologico caindo em seu tamanho? Diante de tantas
evidências biomodificacionais atuando até mesmo em tempo real, bob
tantas pressões adaptativas certamente ocorridas durante todo este
gigantesco tempo? Não é isso um fixismo gigantescamente maior que o
sugerido por "tipos básicos" mutantes do criacionismo bíblico?





Ginco biloba fitoterápica





Ainda
não tive contato com trabalho enumerando o máximo de "fosseis vivos"
nos padrões anatômico e histológico, isso deve somar inúmeras espécies
"antigas" com referencias as atuais, reforçando a idéia de "tipos
básicos" e de conservadorismo, inutilizando ainda mais grande parte do
histórico da Evolução 4.



As extinções de espécies e de “tipos
básicos” sob modelo catastrofista diluviano são mais que esperadas
sobretudo de animais imensos pela ameaça que representaria ao homem
preservá-lo, e pela mudança da atmosfera (aves grandes) relatada.



Justificar
a extinção de animais tão "aptos" em relação a leva de sobreviventes
seria uma difícil tarefa, mas não impossível é claro, dadas tantas
variantes que a seleção natural pode ocupar.



Se a preservação
de “fósseis vivos” aquáticos imensos, estiver em maior proporção que a
preservação de “fósseis vivos” terrestres e aves, isso será mais
interessante aos catastrofistas diluvianos bíblicos (Criacionistas) que
aqueles que se submetem a uma ótica mais gradualista e menos
catastrófica e rápida na formação geológica e paleontológica
sedimentar. (Evolucionistas)



O conservadorismo morfológico se
respalda na comparação fóssil de muitas espécies consideradas antigas
as atuais, os chamados "fosseis vivos' de hoje, que espelham grandes
semelhanças morfológicas, e também no trabalho do Dr. Behe "limites da
evolução" e "caixa preta de Darwin" onde demonstra dificuldades
impossíveis de se transpor através de gradualismos caóticos, o que
também é justificado na grande "crise" transicional para grupos ,
revelada fartamente na paleontologia em saltos confessadamente
pontualistas











Isso
também pode ser reforçado pelo fato de se conseguir certos
melhoramentos genéticos significativos, pelo cruzamento com espécies
primas, às vezes ancestrais ou de inicio comum ancestral, o que se
deduz que estaremos reunindo espécies que de alguma forma foram
isoladas, descenderam ou ascenderam recentemente, que estavam a pouco
unidas. Revelando que "no passado" é que houve maior variabilidade
genética disponível em seu previsível maior patrimônio genético.





[red]
Sendo a variabilidade genética correspondente ao grupo de genótipos
possíveis para um determinado caráter ou fator, temos evidenciado
através da miscigenação e cruzamentos de especies primas, a
ancestralidade como tendo cada vez mais maior patrimonio genético
e maior “potencial” de variabilidade genética, que as descendencias que
se isolaram. Alguem poderia refutar demonstrando que genótipos
continuariam a variar indefinidamente, porem o aumento de carga
genética negativa tem condenado as descendencias cada vez mais perto da
sua extinção (Sanford), tambem pela queda de variabilidade em suas
novas populações isoladas. Por mais que novos genótipos e maior
variabilidade ocorra quando olhamospor cima a biodiversidade, ela a
nivel de população de espécie situa-se em ambientes redutores
de variabilidade devido a isolamentos das populações, ou mutações do
tipo deleção, em suas fixaçõe de sub-especies e etnias. Especiações e
ramificações degeneradas advindas de uma origem gloriosa e
hipervariável geneticamente, se multiplicam sobre a terra em seus
últimos rastros estelares





Apesar do comercio visar mais
aspectos de produção e resistência, e as tecnicas de melhoramento
genético muitas vezes não se importarem com o resgate da saúde do ser
vivo (vide exemplos em frangos que crescem rapidamente e morrem se não
abatidos rapidamente) visando mais o que poderão tirar do ser vivo,
podemos ver por cima desta cruel para com os pobres animais desta
realidade materialista justificada pela "alimentação dos povos", a
capacidade que existe em resgatar fatores perdidos de certas
populações. Lembrando que o regime carneo é fonte de milhares doenças
genéticas causadoras inclusive do câncer , como tambem fator que tem
aumentado o aquecimento global pelo foco exagerado na pecuária.



Tambem
é de se esperar comercialmente falando que fatores ascendentes perdidos
não adaptáveis, não serão em geral visados em tecnicas de
“melhoramento” , exceto tendo em vista produção e tipo de melhoramento
focado.









A
miscigenação humana, misturas de etnias, se revela na maioria dos casos
vantajosa por aumentar a variabilidade genética e como em caso de
cruzamento de gado, peixes, cães, gatos, e outros, deixam muitas vezes
descendentes mais resistentes em aspectos gerais. Tudo isso demonstra
que o re-ajuntamento de características que se separaram em algum
momento na historia, por isolamento geográfico, representa um resgate
da alta variabilidade que fomos como espécie humana. Etnias foram sendo
formadas por isolamento de famílias e fixação de características
genéticas mais adaptáveis a sua configuração genética, e ao seu
ambiente. A Bíblia sugere isso quando fala de um repovoamento no
planeta devastado quando podemos pressupor varias famílias vivendo
isoladamente umas das outras e fixando portanto características
adaptáveis próprias as suas respectivas variabilidades da sua população
e ambiente. Ver Tese da Hipervariabilidade Genética/Mutações
sobreviventes http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7971692







Se
o descendente da loira for viver em lugar quente, alem de aumento de
variabilidade , ainda terá caracteristicas mais adaptadas a lugar
quente da etnia negra. Ou seja, o moleque vai receber um presente e
tanto de seus pais!



Lobos



O caso citado pelo cientista
criacionista Dr. Walter Veith, phd em zoologia, sobre a hipótese que
dos lobos descenderam todas as espécies ou raças de cães, devido ao
mapeamento genético deles ser idêntico, diferenciando apenas o numero
de cromossomos (os que possuem menos cromossomos, os têm mais
compridos) também nos fala de um lobo inicial com alta complexidade,
hipervariabilidade, e patrimônio genético capaz de fazer descender
tantas biomodificações. Ou seja, quanto mais voltarmos geneticamente na
busca da ancestralidade dos cães, maior complexidade e patrimônio
genético encontraremos. Não é por acaso que zootecnistas busquem em
misturas de raças de gado configurações de melhoramento que unam
artificialmente aspectos de sobrevivência, adaptação, no caso, com
vistas de “melhoramento” obviamente mais na produtividade.








"Os cães tem inúmeras deficiências [biomodificacionais], sistema
imunológico fraco, cérebro pequeno, etc. São aberrações genéticas.
Lobos são animais rústicos com um pool genético muito grande, os cães
foram gerados mais por regressão que evolução"


http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2522777946175766980&kw=c%C3%A3es














Observamos
também uma intencionalidade genética presente como resposta a alguma
necessidade nas modificações, ou seja, a seleção natural dos mais
adaptados selecionaria o que já foi determinado geneticamente, sem
aleatoriedade ou casos fortuitos, estaria como a chover no molhado, o
que se destaca ainda mais a inteligência para o ser vivo, involuntária,
dos mecanismos das espécies ou o projeto inteligente delas, do que uma
aleatoriedade. Conforme diversos estudos, há uma inteligência espantosa
do sistema imunológico que atua de forma ordenada e em relação a
necessidade biopsiquicas, e isto se estende as novas configurações mais
sobreviventes as diversas contingências que ameacem a vida.





Em
linhas gerais e minimamente neutras, o mais apto seria apenas aquele
que conseguiu sobreviver e deixar descendentes, porém temos que
identificar subclassificações para reconhecer as tendências da historia
da biomodificação das espécies, bem como que características possuem e
apontam os mais aptos. Assim, buscamos resumi-las como:





1.Conservadorismo.





2. Vantagens de Custo - beneficio





O
mais apto pode conter diversas características degenerativas gerais que
são vantajosas relativamente a alguma dificuldade, ou seja, no custo -
beneficio é uma situação vantajosa, apesar de quase sempre ser
dispendiosa geneticamente, exceto é claro quando o mais apto for o mais
conservador.





Um exemplo disso é a anemia falciforme, uma doença,
contudo relativamente vantajosa em ambientes afetados pela malaria
(porque quem tem anemia falciforme não consegue ser infectado, devido
os glóbulos em forma de foice) é um exemplo da tendência degenerativa
adaptacional vantajosa apenas relativamente.
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:59







3. Necessitada de intervenção artificial pra resgatar melhoramentos





No
trabalho zootecnista de melhoramento genético por seleção artificial,
costume relatado na Bíblia em 1800 AC,quando Jacó utilizava de técnicas
de incentivo reprodutivo e seleção artificial das mais fortes e bonitas:





Gn 30: 42, “as quando era fraco o rebanho, ele não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.”.


Gn 30: 43, “E o homem se enriqueceu sobremaneira, e teve grandes rebanhos, servas e servos, camelos e jumentos”.














Vemos a idéia de conservadorismo e de resgate da manifestação fenópticas


do "melhor" do gene ancestral. Grandes transformações nas espécies se


conseguem mais em face de cruzamentos ou com apenas parcial


previsibilidade, da interferência artificial direta no DNA (transgênicos).





Diversos
exemplos de aptidões vantajosas e ao mesmo tempo, degenerativas, onde
há um quadro de queda do melhor geral, para o melhor relativo, podem
ser verificadas em relação à harmonia que a espécie deixa de
representar nas relações da natureza, uma espécie que deixa de ser
herbívora e passa a ser carnívora, por exemplo, representa uma
sobrevivência que desgasta e ameaça outra(s) espécie(s),





A
escassez vegetal não era nenhum problema nas densas florestas
luxuariantes ante-diluvianas representada pelas pesquisas
paleontológicas ligadas ao carbonifero. Na situação atual (não
carbonífera) plantas e animais estão comprometidas. Mas mesmo assim,
avaliamos, e vemos que a dieta necessaria a sobrevivencia vem em ultima
instancia das mesmas plantas atuais , tanto para herbivoros como para
os que deles se alimentam. O que entendemos é que grande parte desta
dieta vegetal deixou de ser abundante como revela as pesquisas
paleontologicas ligadas ao carbonifero, e que em face sobretudo deste
fato, muitos animais deixaram de ser herbivoro para se tornar
carnivoros por mera escassez e nao por uma administração de “equilibrio
ecologico”. Aliado a issso, na natureza foram introduzidos novos
elementos degradantes genéticos e não poucos, inteligentemente
malígnos, como o virus sobretudo na sua atuação no ““locus”, revelando
alem de fatores naturais envolvidos, possiveis inteligencias malignas
que os originaram, onde os mesmos deram sequencia a uma série de
desgraças que fizeram Darwin confessar a seu amigo Asa: “Deus não
poderia Ter criado estas coisas” O criacionismo bíblico descarta
fatores apenas naturais em relação as nossas origens, consequencias e
até novas incursões genéticas que neste exato momento podem ter origem
não-natural. Avistar o que podemos em nossos "potentes" mas
limitadíssimos microscopios é uma parcela pequena da realidade, tanto
literalmente, quanto filosoficamente(deduções) , e ainda mais,
teologicamente. [/red]





Vou te dar um exemplo:


No século
passado e no XVIII, as lontras marinhas foram extensivamente caçadas
para a obtenção de sua pelagem. As florestas de laminarias gigantes da
costa da Califórnia sofreram muito com isso. Mas por quê? Uma
explicação simples, as lontras se alimentavam dos ouriços-do-mar, que
por sua vez, se alimentavam das laminarias.


Como não tinham
predadores, a população de ouriços explodiu e por fim eles devoraram a
floresta quase por completa, destruindo esse ecossistema e o lar de
muitos os seres.[red] “Predação, plantas tóxicas, vírus, sofrimento e
morte de organismos não vegetais não se ajustam a um esquema concebido
por um sábio Criador onisciente. O paradigma criacionista atribui isso
à obra de um poder maligno na natureza. Esse conceito é de maior valia
ao considerarmos a imensa sofisticação existente na operação da matéria
viva, tudo parecendo conduzir a nada - isto é, à subseqüente morte do
organismo’. George T. Javor (Ph.D., pela Columbia University)


http://dialogue.adventist.org/articles/15_3_javor_p.htm”





“os
famosos experimentos da biosfera, que mostraram quão difícil é
estabelecer o equilíbrio de sistemas ecológicos. Outras predições que
resultam da posição criacionista são:





* A biosfera está
completa. Não se espera que surja alguma nova ordem de organismos. (O
paradigma cri-acionista, entretanto, admite novas espécies surgindo
dentro da mesma ordem.) Todos os organismos atuais têm ancestrais
reconhecíveis.


* Nenhum organismo vivo surgirá abioticamente.


* O registro fóssil sugere uma rica variedade de organismos coexistindo desde o princípio”.











4.








5. Mais aptos em geral são menores.





Tamanhos menores são relativamente melhores para a sobrevivência por


necessitarem de menos alimentos o que lhes confere grande vantagem diante


de muitas contingências e mudanças, sobretudo catastróficas. Alem disso,


espécies menores possuem em geral ciclo reprodutivo mais acentuado, por


mais que sejam mais fracas e levarem desvantagem numa luta. Também entre


humanos, são notórias vantagens de ser menor de estatura biologicamente falando,


desde o nascimento, o desenvolvimento da coluna e a manutenção desta. A estatura


tem caráter recessivo; quantos mais gens recessivos tenha um indivíduo em seu


genótipo, maior será sua altura.














Esta tese de mestrado revela com mais detalhes este ponto:





Maior > Menor











Escorpião Fóssil comparado ao homem atual








Tese de Mestrado a respeito:


http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=


11989691&dopt=Abstract





Padrão fóssil das espécies primas as atuais são em geral maiores, o que confirma


esta observação que tenta ligar tendências direcionais com a historia biomodificacional,


o gigantismo fóssil relativo às primas atuais esta fartamente documentado revelando


uma ancestralidade mais saudável, tanto dos seres vivos como do planeta que os


sustentava, o que não impede de um caso ou outro, contingências terem selecionado


ou conservado maiores para os dias atuais.














6.Mais aptos em geral são mais básicos e descomplexificados em relação às espécies mães





Há uma tendência de se excluir diversas complexidades em troca da


sobrevivência, substituindo características que poderíamos classificar


de diversas formas, pelas mais básicas, agressivas, de caráter de defesa


orgânica. Aqui temos alguns exemplos:





1. Peixes cegos nas cavernas.


2. Baratas cegas.


3. Salamandras tiveram simplificados órgãos sensoriais.


4. Parasitas perdem órgãos dos quais não necessitam, animais que vivem em


cavernas dispensam os olhos.


5. A exclusão do dente siso em grande parte da população atual.


http://www.redespeleo.org/conexao/conexao_49.php





Complexos > Simples








http://www.redespeleo.org/conexao/conexao/49_img/Elo%20perdido.jpg


http://jan.ucc.nau.edu/~kiisa/pdfs/Roth%20et%20al.%201992.pdf




7. Deleção & Queda de Patrimônio Genético











Existem diversos tipos de mutação, entre eles, a deleção, que ao


mesmo tempo força novas configurações genéticas e, portanto, aumenta


a expressão de variabilidade, o faz em ambiente redutor de patrimônio


genético. Ou seja, como vemos nas ramificações descendentes de


determinados galhos, por mais que se expressem mais, o farão cada vez com


menor possibilidade e ainda com o aumento de carga genética contendo cada


vez mais a possibilidade de coincidir alelos deletérios nos próximos cruzamentos.
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Seleção Natural no Criacionismo Bíblico   2/20/2008, 12:59



















8. Aumento de doenças Genéticas acumuladas , aumento de carga genetica











1/5000 exemplos - Diabetes tipo 2

















Dr Sanford verificou tendencia de aumento de doencas geneticas





http://www.uncommondescent.com/archives/1173





























1. Ecologia e Criacionismo





Quanto mais o homem tem estudado a natureza, mais percebe no





estilo de vida seguindo leis naturais, com exercicios, frutas, sono





periodico, ordem, paz mental e amor, etc..como sendo a SOLUÇÃO





para seus problemas de saúde, isso é um claro testemunho em favor tanto





do PROJETO INICIAL COM INSTRUÇÕES/LEIS PROPRIAS DE





BOM FUNCIONAMENTO , confirmando instruções originais edemicas,





arquelogicas, biblicas, e de modo de viver de muitas culturas antigas como





estando em estreita aproximação com descobertas recentes.

















http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37095729

















2. Datação





[i] Em relação a este ponto estou pesquisando taxas diagênicas, sobretudo nas





reações altamente vulneráveis do íon cálcio com outros minerais, como forma





de confrontar datações estratigráficas de fóssil contendo mais osso que material





permineralizado.











Estou dedicando também a estudar sistemas de pré-tratamento de amostras para





viabilização de teste C14, assim como a equipe do Dr. Baumgardner (Geofísico)





fez ao datar rochas contendo orgânicos e diamantes incontamináveis reduzindo





vertiginosamente a idade atribuída a muitas delas (Laboratório de Los Alamos)











Referencias: Pré-tratamento de amostras viáveis para datação por C14











http://www.if.uff.br/pos/teses/Doutorado/2003/tese_kita.pdf





http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422004000200026











Tecido Mole com elasticidade, borras amarronzadas de hemoglobina e maior





parte do osso (Fêmur de um Tiranossauro Rex) ainda estar sem nem sofrer





diagênese sendo datado em 68-70 milhões de anos pela datação estratigráfica.











Link do trabalho original na revista Science











http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2005/324/2











links do Dr Baumgardner





https://www.icr.org/pdf/research/RATE_ICC_Baumgardner.pdf





http://www.searchforthechurch.org/Articles/Wise_Creationist_Geology.pdf ****











https://www.icr.org/pdf/imp/imp-384.pdf





http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40421999000600007





&nrm=iso&lng=en&tlng=en











3.Arcada

dentaria indicando vegetarianismo e idade superior a 300 anos (Dr

Cuozzo[http://www.jackcuozzo.com/], primeiro a tirar radiografia das





mandibulas dos fosseis e estudá-las) e esta longevidade combina com a





REALIDADE de que povos com habitos alimentares mais frugais e estilo de





vida natural com exercicios, etc..











Temos ainda um gigantismo de certas especies antigas na paleontologia e





sua estreita relação com abundancia de comida, hábitos herbivoros e longevidade.











Resumindo, posso tentar indicar longevidade ancecstral através de:











1. Progressão retroativa de diminuição de carga genética (negativa)





herdada ( Dr Sanford)











2.No modelo historico modificacional, diversas poluações vieram de





ascendentes com maior variabilidade genetica, as especies-mÃES, e estas





foram se especiando e diminuindo longevidade conforme:











1.catastrofes que gerariam queda e variabilidade genetica





2.isolamentos geograficos abundantes na terra desabitada





3. Mudança brusca alimentar





4. Mudança brusca climatica





5. Outros fatores contingenciais











Diversos Relatos arqueologicos de catástrofes e longevidade dos povos ancestrais.











Povo Miao, China:





http://www.icr.org/index.php?module=articles&action=view&ID=341











Aborigenes Australianos:





http://www.answersingenesis.org/creation/v4/i1/flood.asp











Povo Biami, Papua Nova Guiné:





http://www.answersingenesis.org/creation/v7/i2/noah.asp











Indios Americanos:





http://www.icr.org/index.php?module=articles&action=view&ID=108











Epic of Gilgamesh:





http://www.icr.org/index.php?module=articles&action=view&ID=414











Indios Havasupai, Grand Canyon legend:





http://www.answersingenesis.org/creation/v7/i3/grandcanyon.asp











Povos biblicos e de outras culturas relatadas





http://www.biblestudy.org/basicart/longpatr.html











http://www.answersingenesis.org/home/area/faq/flood.asp























4.O darwinista Jerry Coyne, escrevendo para a revista





Nature uma crítica sobre o livro de David Mindell,





“The Evolving World: Evolution in Everyday Life”





(Harvard, 2006), admite que o darwinismo não tem





utilidade nenhuma, na citação reproduzida abaixo, e





traduzida assim:











“Até certo ponto, os excessos cometidos por Mindell não são





sua culpa, verdade seja dita, o evolucionismo não têm sido capaz de





produzir nenhum resultado prático ou comercial. Bactérias evolvem





resistência à drogas, o que nos força a desenvolver contra medidas, mas





isto é tudo que podemos concluir. A teoria da evolução não é capaz de





nos ajudar a prever os tipos de vacinas que precisamos produzir porque





micróbios evoluem de maneira imprevisível. Mas não é fato que a evolução





nos ajuda a guiar a reprodução controlada de plantas e animais? Não é o caso.





A maioria dos avanços na reprodução de plantas e animais ocorreu muito





tempo antes da teoria da evolução, e vieram através de pessoas usando o





princípio genético de “seres vivos reproduzem e geram seres vivos do mesmo





tipo”. Mesmo hoje em dia, como os próprios entendidos admitem, o campo





da genética quantitativa tem auxiliado pouco na criação de novas variedades.





Os avanços futuros virão mais provavelmente do campo dos transgênicos,





que não tem nada a ver com a teoria da evolução.”























Mutações reacionarias "Inteligentes" tambem diminuem o papel da





seleção natural. A observação de mutações inteligentes ocorridas em





cada ser vivo ao adaptar-se ao meio , e estas uma vez consolidadas e





descendidas passam a ser preferidas no "crossing-over" , nos cruzamentos,





"poluindo" assim toda uma população de um mesmo ambiente natural e até,





entre humos, cultural, como é o caso do diabetes tipo 2 em face do ambiente





cultural de alimentação rica em açucar concentrado. Vemos isso tambem no





aumento de pessoas sem dente siso. Não que estas estejam sendo necessariamente





selecionadas, mas que mutações ocorridos em cada individuo parecem ser





reconhecidos como mais adaptaveis em outros quando nos cruzamentos,





resultando em transformações na população e demonstrando que os





"crossing-over" e reombinações não são aleatorias.

















Ver mais em:











Mutações sobreviventes





http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7971692





Criacionismo contem a melhor historia da evolução





http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2564448599335196725





referencia da perspectiva modificacional





http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2511953406656993333&kw=viseira















































5. DNA vulnerável





"Em células humanas, tanto atividades metabólicas normais





quanto fatores ambientais (como raios UV) podem causar danos





no ADN, resultando em cerca de 500 000 lesões moleculares individuais





por dia. Essas lesões causam danos estruturais a molécula de ADN,





e podem dramaticamente alterar o resultado da transcrição gênica.





Conseqüentemente, o processo de reparo de ADN precisa estar operando





constantemente, para corrigir rapidamente qualquer dano a estrutura do ADN".











6.Apesar de estas raças de cão serem tão diferentes entre si, as diferenças ainda





caem dentro de limites. Ninguém nunca criou um cão mais leve do que alguns





Kgs, ou mais pesado do que cerca de 70 Kg, apesar dos milhares de anos de





reprodução selectiva. Os críticos dizem que a evidência experimental revela





limites definidos e detectáveis daquilo que a selecção artificial pode fazer. …





Os criadores de animais alcançam limites o tempo todo. Os criadores têm tentado





durante décadas produzir uma galinha que ponha mais de um ovo por dia. Mas falharam.





Os criadores de cavalos não têm aumentado significativamente a velocidade de corrida





dos cavalos que produzem, apesar de mais de 70 anos de tentativas. A teoria de





Darwin exige que espécies tenham uma imensa capacidade de mudarem, mas a





evidência das experiências de reprodução mostra que há limites bem definidos





para o quanto uma espécie pode mudar, mesmo quando agentes inteligentes (os criadores)





fazem a selecção de forma intencional, tentando maximizar certos traços. …





A teoria de Darwin exige que as espécies apresentem uma tremenda elasticidade – ou





capacidade para mudarem. Os críticos salientam que isso não é o que as evidências





das experiências de reprodução mostram.











Explore Evolution: Os Argumentos a Favor e Contra o Neo-Darwinismo





, página 90 (Hill House Publishers, 2007).
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