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 A Cristandade, a Lei e o Sábado

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Marllington Klabin Will
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MensagemAssunto: A Cristandade, a Lei e o Sábado   11/23/2007, 14:59



A CRISTANDADE, A LEI E O SÁBADO


  Clique em cima do título desejado para abrir o artigo sobre o que determinada igreja diz oficialmente a respeito da Lei de Deus e do Dia do Senhor:

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Última edição por em 11/23/2007, 21:34, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Cristandade, a Lei e o Sábado   11/23/2007, 20:00



O QUE A CRISTANDADE DIZ SOBRE A LEI E O SÁBADO?

Históricas Confissões de Fé Cristãs X Semi-Antinomismo/Dispensacionalismo
O contraste a respeito dos temas sobre a Lei de Deus e o Dia do Senhor.

Por Marllington Klabin Will
e Prof. Azenilto Guimarães Brito

  A posição teológica adotada e ensinada oficialmente há séculos pela linha de pensamento doutrinário das mais variadas denominações cristãs, que está em harmonia não somente com o consenso das confissões de fé e credos históricos da comunidade protestante, mas também com o pensamento de grandes autores eruditos, próceres teólogos, professores do maior gabarito, ilustres evangelista, famosos pastores, líderes e reconhecidas autoridades religiosas, tanto do passado como do presente, são os seguintes ensinamentos bíblicos:
     A — A universal e eterna lei de Deus é sistematizada e expressa para o homem na forma dos Dez Mandamentos, também universais e eternos, que prosseguem válidos e vigentes como norma de conduta cristã.

     B — A lei divina nas Escrituras se apresenta com preceitos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos, devido a sua natureza eterna.

     C — Dentro do Decálogo há o quarto mandamento estabelecendo que um dia inteiro entre os sete da semana deve ser o dia de descanso a ser santificado a Deus, princípio este que fora instituído na fundação do mundo para benefício do homem no Éden e deve ser mantido pelos cristãos hoje, mesmo que não seja necessariamente o sétimo dia específico, podendo ser aplicado ao primeiro dia, sendo chamado de “Sábado Cristão”.

     D — Jesus não transgrediu o quarto mandamento, muito pelo contrário, Ele pretendia reformar sua observância de acordo com a essência do princípios sabático e em nenhum lugar da Bíblia consta a informação de que o sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro da semana.
  É interessante notar que esses pontos teológicos, muito antes de serem adotados pelos reformadores no século XVI, já eram entendidos exatamente dessa mesma forma pelo catolicismo. Ou seja, antes de alguns mal-informados ou preconceituosos acharem que esses posicionamentos doutrinários fossem “invencionices utópicas dos adventistas”, já era há muito tempo adotado pelo protestantismo clássico. Alias, mesmo antes deste ser adotado desde suas origens na Reforma, já era professado por toda a cristandade, até então os católicos.

  Em contraste com a linha de pensamento oficial adotado pelas mais variadas confissões doutrinárias da cristandade está a moderna teoria semi-antinomista/dispensacionalista, heresia que é esposada pelo CACP como sendo supostamente a visão tradicional evangélica, que dizem ser uma compreensão mais “avançada” do ensino bíblico sobre o tema. A questão deles é se seriam mais iluminados que os próprios pais da Reforma e os mais eruditos teólogos evangélicos ao estabelecerem os seguintes pontos como sendo supostamente o ensinamento bíblico:
     A O Decálogo é uma norma inadequada para nossa época, condicionado que era aos tempos em que foi formulado, tendo até significativas semelhanças com o Código de Hamurabi, e vigorou apenas para os judeus como uma espécie de “rascunho” da lei divina superior do Novo Testamento, inspirada em princípios de amor fraternal, sendo agora a “lei de Cristo”, supostamente diferente da “lei de Deus” veterotestamentária.

     B Não há divisão da lei “una” em moral, cerimonial, civil, conquanto haja realmente preceitos de caráter moral, cerimonial, civil (?!). Os Dez Mandamentos não têm nada a ver com a Lei de Cristo nem com os princípios de “amar a Deus sobre todas as coisas” e “ao próximo como a ti mesmo”, apenas por tais dizeres simplesmente nem aparecerem nas tábuas da lei.

     C A lei de Cristo tem todos os preceitos do Decálogo, menos o quarto mandamento, mas esses mandamentos são isentos da “roupagem judaica, cúltica” e há outros mais espalhados por todo o Novo Testamento inteiramente independentes do Decálogo, esquecendo que também no Antigo Testamento havia leis morais que não constavam nas “tábuas”, como a lei contra o homossexualismo.

     D O sábado não deriva da Criação, e os dias da criação nem eram de 24 horas. Quando Jesus disse que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mr.2:27), esse “homem” era somente o judeu. Ainda dizem que o domingo não é nenhum “Sábado Cristão”, mas um dia que surgiu entre os apóstolos para comemorar a Ressurreição e não precisa ser guardado com o mesmo caráter santo do sábado, pois nenhum dia pode ser observado no “tempo da graça”.
  Aos que seguem essa linha de pensamento para atacar o sábado, é necessário não só apoio teológico, como também histórico-eclesiástico, uma vez que nenhuma denominação cristã tem ou teve essas teorias como ensinamento oficial. Teorias, alias, que levadas a suas últimas conseqüências deixam sem resposta muitas das simples deduções lógicas bíblicas e, pior, é forçada a concluir que nenhum veterotestamentário poderá algum dia obter salvação (pois segundo eles a graça não existia no Antigo Testamento), ficando em gritante contraste com claros fatos bíblicos. Querer defender algum dos pontos acima é pedir debate contra o ensinamento oficial de praticamente todas as denominações cristãs, as quais têm muito material de qualidade para refutar cada ponto acima apresentado.

  O fato é que praticamente todas as denominações cristãs concordam oficialmente com os adventistas e demais cristãos observadores do sábado quanto à validade deste e de todos os mandamentos do Decálogo como regra de prática e conduta para o cristão. É verdade que quando tratam especificamente de “sábado” pretendem reinterpretar o quarto mandamento como agora se aplicando ao primeiro dia da semana, supostamente devido à ressurreição de Cristo. Mas estão certos e de acordo quanto à validade e vigência de todos os mandamentos do Decálogo e das origens edênicas do princípio sabático, apesar de estarem equivocados ao acharem que o domingo tomou o lugar do sábado, uma informação que não consta de parte alguma da Bíblia.



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MensagemAssunto: Quem Trocou o “Quando” pelo “Se”?   12/23/2007, 08:03



QUEM TROCOU O “QUANDO” PELO “SE”?
Por Prof. Azenilto Guimarães Brito
  Nesse debate todo da questão sábado/domingo-dianenhumismo-diaqualquerismo-tododiaísmo houve uma sutil mudança de enfoque. A questão de fundo não é “SE” temos que dedicar ao Senhor um dia, pois isso está claramente definido em Sua lei. A questão deveria ser somente “QUANDO” é esse dia a dedicar ao Senhor, e não “SE” há ainda esse mandamento, proferido solenemente pelo próprio Deus ao Seu povo reunido no Sinai, segundo o “memorial da Criação” que Ele instituiu na própria criação do mundo. Este é o fato a definir-se, mas que tem sido ofuscado com toda essa confusão tremenda de teses de “lei abolida” e assemelhadas.

  E a questão do dia a observar não só é assim claro pelas Escrituras, como representa o que sempre caracterizou o entendimento da cristandade protestante ao longo dos séculos. Nas clássicas Confissões de Fé, Credos, Catecismos e Declarações Doutrinárias, bem como instrutores individuais em obras da maior autoridade entre assembleianos, batistas, metodistas, presbiterianos, luteranos, congregacionalistas, anglicanos, episcopais, católicos e outros, fica definido que, (1) os Dez Mandamentos seguem sendo normativos aos cristãos em TODOS os seus preceitos; (2) o 4º mandamento, do sábado, é princípio originário da criação do mundo, tendo, portanto, caráter universal (ainda que o reinterpetrando para aplicá-lo equivocadamente ao domingo); (3) o entendimento das leis divinas, segundo seus objetivos, como “moral” (o Decálogo), “cerimonial”, “civil”, “penal”, etc. é correto.


—> A Real Questão

  Então, a questão básica não é “SE” há ou não esse preceito a cumprir, mas “QUANDO” é o tempo correto para isso. Daí, há que se perguntar, quem trocou, então, o enfoque do “QUANDO” para o “SE”?

  Sem dúvida quem fez isso foi aquele mesmo ser rebelde que sempre se empenhou em distorcer a genuína adoração a Deus. Ele sabia muito bem que se as coisas fossem deixadas nessa base, seria fácil, fácil para os que realmente têm a Sola Scriptura como filosofia religiosa básica, provar que não há nenhum fundamento para mudança do “QUANDO” seria o sábado.

  Aliás, a história do pecado começou exatamente com o fator “adoração” em jogo. Isaías 14:13 e 14, faz referência ao que pensava o anjo rebelde: “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; subirei acima das alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo”.

  Sobre a Terra, esse anjo rebelde sempre buscou levar o povo de Deus a desviar-se da genuína adoração a Ele mediante a idolatria, como é fato histórico bem sabido. Ele até criou uma “rainha do céu” ao qual o povo desviado de Deus queimava incenso (Jr.44:18,25).

  Posteriormente fez com que uma Igreja desviada do evangelho puro, como profetizado em Atos 20:29, 20; II Pedro 2:1–3 e Apocalipse 2 e 3, também alterasse a lei de Deus para permitir o culto a imagens, eliminando o seu 2º mandamento, bem como mudando o dia de observância, do sábado pelo domingo, o dies solis, antigo feriado solar dos romanos. Até hoje em vários idiomas o dia de domingo é chamado de “dia do Sol”. E por favor, não me apresentem aquele ridículo argumento de que o sábado era o dia de Saturno, dos mesmos romanos, porque muito antes da própria existência dos romanos já há milênios o povo fiel de Deus dedicava-lhe o sábado do sétimo dia.

  Enquanto observância do sábado não tem absolutamente nada a ver com o fato de os romanos dedicarem o sétimo dia a Saturno, os observadores do domingo já não podem provar que o povo fiel de Deus dedicava-Lhe o domingo, seja pelo pretexto de Jesus ter ressuscitado no domingo, ou qualquer outro, como a desculpa de que agora vale qualquer dia. Contudo, não sabem justificar por que esse “dia qualquer” sempre cai naquele o qual quer a Igreja Católica que seja o feriado religioso preferido, e procedente de sua tradição.


—> Culto Também ao Deus da Lua

  Outro dia ouvi uma entrevista por uma estação evangélica de TV com um missionário evangélico que atuou em países árabes por muitos anos. Ele conta que quando Maomé iniciou no século VII a sua revolução religiosa entre as tribos árabes, cada qual tendo o seu deus predileto, o que ele fez foi impor sobre todas as demais tribos a divindade patrona da sua tribo, que era o deus da Lua, chamado “Alá”. Tanto que a meia-lua faz parte dos símbolos do Islã, como se vê nas bandeiras de países muçulmanos e nos píncaros de minaretes das suas mesquitas. Todavia, os muçulmanos em geral nada sabem das origens pagãs de seu culto a Alá, e desconhecem o sentido dessa meia-lua tradicional de seu culto.

  Destarte, parcelas imensas da sociedade humana estão presas a expressões de culto que procedem de artimanhas satânicas para desviar o povo da genuína forma de culto determinada pelo Criador, seja com a guarda do domingo (ou pela adoção do seu mais “cômodo” subproduto do dianenhumismo/diaqualquerismo/tododiaísmo), seja cultuando uma “rainha do céu” moderna que faz lembrar Astarte, dos tempos de Jeremias, seja cultuando uma divindade que contraria o ensino bíblico e que tem também origens pagãs — Alá, o antigo “deus da Lua” da tribo de Maomé.


—> Deus Se Propõe a Trocar Corações, Não Sua Lei

  O texto mais importante da Bíblia que trata da passagem do Velho Concerto para o Novo Concerto é Hebreus 8:6–10 e não ocorre qualquer menção nele de que na passagem do Velho para o Novo Concerto (Novo Testamento), Deus escreva o que é chamado de “Minhas leis” nos corações e mentes dos que acolhem esse Novo Concerto eliminando o mandamento do sábado, trocando o sábado pelo domingo ou deixando o princípio do dia de repouso como algo vago, voluntário e variado, ajustável aos interesses ou conveniências do crente (ou seu empregador).

  Além de nada informar sobre uma possível mudança na lei moral divina com o seu estabelecimento, para desconsolo dos novidadeiros dessa teologia confusa e caótica do semi-antinomismo dispensacionalista (que inclui até um “falso cristo” violador do sábado) a linguagem do texto não traz tampouco menção alguma de “lei de Cristo”, ou “lei da fé”, ou “lei do amor”, ou “lei do Espírito” como sendo aquela que Deus escreve nos corações e mentes dos que aceitam os termos desse Novo Concerto (Novo Testamento). A referência é somente a “Minhas leis”, as mesmas que eram válidas ao tempo de Jeremias, pois o texto de Hebreus 8:6-10 é mera reprodução de Jeremias 31:31–33. Logicamente essas “Minhas leis” abarcam tudo isso — são a “lei de Cristo”, a “lei da fé”, a “lei do amor” e a “lei do Espírito”.

  Deus já havia prometido ao próprio Israel antigo o mesmo concerto, com base em “superiores promessas”, que é a de que Ele mesmo escreve as Suas leis nos corações e mentes de Seu povo. A “inferior promessa” do Velho Concerto foi a do povo em Êxodo 19:8, “Tudo quanto o Senhor falou, nós faremos”. Falharam vez após vez daí a proposta divina de um Novo Concerto ao próprio povo desviado Dele, o que previa mudança não da Sua lei, mas de seus corações (ver Ez.36:26–27).

  Claro que tudo quanto era prefigurativo, simbólico, cerimonial das leis divinas cessou quando da morte de Cristo, o que foi assinalado pelo rasgar do véu do Templo de alto a baixo (Mt.27:51). No devido tempo a Igreja Cristã entendeu o significado desse evento como representando o fim de toda legislação relativa aos aspectos tipológicos, simbólicos, da lei.


—> Impressionante Paralelo de Linguagem

  Nenhum mandamento da “lei moral” é de caráter simbólico, cerimonial (bem como as leis dietéticas), objetivando prefigurar a morte de Cristo, muito menos o relacionado com o dia de repouso.

  O diabo, porém, faz de tudo para confundir a mente das pessoas, daí que criou os vários sofismas argumentativos que trocam o “QUANDO” pelo “SE”. Ou seja, levanta uma série de objeções e confusão de entendimento para transformar o debate sobre o dia de repouso cristão numa questão de “SE” é mesmo para manter-se tal preceito na Era Cristã, não “QUANDO” isso deve ocorrer numa base regular.

  E por que os cristãos não se beneficiariam com um preceito de repousar um dia por semana, numa base regular, se isso serviu tão bem ao povo de Israel, se é reconhecido que mais do que nunca os homens hoje, nesta trepidante era moderna, carecem dos benefícios físicos, mentais e, especialmente, espirituais do preceito do sábado?

  Que falta de lógica teológica é essa de que agora o crente pode arrebentar-se de trabalhar física e mentalmente sete dias da semana (pois conta com a “liberdade cristã” de fazê-lo, além do rótulo de “legalista” que ganha se desejar seguir o preceito bíblico), para demonstrar que encontrou o “repouso” da salvação em Cristo?!

  A questão, portanto, não é “SE” há um dia a dedicar ao Senhor, e sim “QUANDO” seria tal dia, que a Bíblia indica claramente ser o sétimo, e por razões bem definidas em Êxodo 20:11. Ali ocorre um POR QUE e um POR ISSO Deus determinou o sétimo dia: “Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou”.

  A mensagem final de advertência a este mundo inclui três proclamações de ‘anjos’, que representam a pregação da Igreja no tempo do fim, e essa mensagem inclui um chamamento à adoração ao Criador “do céu, da Terra, do mar e das fontes das águas” (Ap.14:7). O paralelo de linguagem entre esta proclamação e o que se lê em Êxodo 20:11 — “em seis dias fez o Senhor, o céu, a Terra, o mar e tudo quanto neles há” — é impressionante e muito significativo. A ênfase ao sábado é parte integrante dessa mensagem final de advertência, em contraste com a outra advertência, de que há uma “marca da besta” que receberão na mão direita e na testa os que rejeitarem a mensagem da verdade (Ap.14:8–9).

  Como o sábado é claramente definido como “sinal” entre Deus e Seu povo (o que é reconhecido pelos próprios batistas da CBN, ao citarem o texto de Êxodo 31:14–18 nas notas de rodapé de seu tópico XV da Declaração Doutrinária, tratando do tema do “Sábado Cristão”), então o “sinal da besta” só pode ser um falso sábado, um arremedo da verdade criado pelo diabo, na sua campanha incansável de levar as pessoas à falsa adoração para com isso se desviarem do genuíno culto a Deus.

  Assim, temos que avisar a todos os que crêem na autoridade bíblica do perigo que correm em serem pretensos seguidores da filosofia religiosa da Sola Scriptura, falhando, porém, tão flagrantemente em demonstrar isso quanto ao QUANDO da questão do 4º mandamento das Escrituras. Aceitar convenientemente em lugar do “assim diz o Senhor” a mera tradição da Igreja que apostatou nos primeiros séculos da história cristã é uma negação dessa intenção de fidelidade à Palavra de Deus, seja pelo pretexto que for.

  Em conclusão, o “QUANDO” é que devia ser a base de preocupação na análise deste tema, e não o “SE”.

  Pensem seriamente sobre isso os amantes da verdade.



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