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 O EMBUSTE DE ELLEN WHITE

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AutorMensagem
silas G. de Souza



Número de Mensagens : 4
Idade : 59
Localização : São Paulo - Capital
Profissão : Motorista
Interesses : Divulgar e Pesquisar Ensinos Bíblicos
Data de inscrição : 15/12/2012

MensagemAssunto: O EMBUSTE DE ELLEN WHITE   3/17/2013, 18:49

MENTIRA BRANCA





A obra “The White Lie” (A Mentira Branca), de autoria do
ex-pastor Adventista Walter Rea, foi publicada nos EUA em 1982 desmascarou a
ficção profética inventada acerca da pessoa de Ellen White, considerada pelos
adventistas uma profetisa de Deus.
Nestas páginas o Sr. Rea prova que os escritos de Ellen White, especialmente aqueles em que ela diz ter recebido do
Espírito Santo ou de um Anjo, não passaram de cópias ipsis literis de vários
outros autores. Até mesmo a organização e a estrutura de capítulos e subtópicos
foi descaradamente copiada.

Foi por causa desta obra que a Igreja Adventista
do Sétimo Dia (IASD) foi pressionada a mandar produzir o Veltmant Report (1),
onde reconhece há um parecer de um estudioso reconhecendo o plágio indevido e
desonesto nas obras “inspiradas” de Ellen White.

Desde a primeira vez que ouvi falar dela, no princípio de minha adolescência, converti-me em devoto de
Ellen G. White e de seus escritos. Aprendi a escrever à máquina copiando porções
de seu livro Mensagens Aos Jovens. Na escola superior e na universidade com
frequência ia de alojamento em alojamento no dormitório, reunindo citações de
Ellen White dos outros estudantes para usá-las em minha preparação para
converter-me em ministro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Foi por aqueles
dias que concebi a idéia de preparar um comentário Adventista compilando, dos
escritos de Ellen White, todas as declarações pertencentes a cada livro da
Bíblia, cada doutrina, e cada personagem bíblico.

No começo de minha vida
ministerial (que se iniciou na parte central da Califórnia, em fins da década de
1940), compilei dois volumes de biografias bíblicas do Antigo Testamento e do
Novo Testamento, incorporando em cada artigo as citações pertinentes encontradas
na obras de Ellen White. Algumas pessoas proeminentes da igreja me estimularam
neste projeto, e pensaram que o Ellen G. White Estate poderia publicar estas
coleções para que fossem usadas no clube de livros que a igreja dirigia nesses
dias. Depois de muito tempo e muito intercâmbio de correspondência, finalmente
me dei conta de que tinha sido ingênuo e que o White Estate não tinha a menor
intenção de colaborar desta maneira com ninguém que parecesse estar invadindo
seu terreno. De maneira bem clara, fizeram-me saber que eles possuíam essa
"franquia celestial" e que olhariam com maus olhos a qualquer um que pisasse em
seu território 1.

No entanto, e de maneira independente, publiquei dois
volumes de biografias bíblicas, e um terceiro volume sobre Daniel e o
Apocalipse, todos baseados nas obras de Ellen White. Cedo estes livros se
venderam na maioria das livrarias Adventistas, e foram usados em muitas escolas
e universidades da América do Norte.

O pessoal do White Estate não se sentiu
muito feliz com tudo isto, e chamaram o departamento de minha união regional e
dos presidentes de conferências locais sobre o tema. Depois de algum tira e
afrouxa, todos estiveram de acordo em que os livros podiam ser vendidos se eu
mantivesse um perfil baixo, porquanto de todos os modos eles não criam que meus
livros seriam aceitos em grande escala. No entanto, em anos subseqüentes,
venderam-se dezenas de milhares.

Enquanto trabalhava em meu projetado volume
quatro (as citações de Ellen White sobre doutrinas bíblicas), por casualidade
tropecei com algo interessante em Orlando, Flórida, onde eu era pastor da Kress
Memorial Church, chamada assim em honra dos doutores Daniel H. e Lauretta E.
Kress, renomados pioneiros da obra médica Adventista. A família Kress me
presenteou com um antigo livro de Ellen White, Sketches From The Life of Paul,
publicado em 1883, mas que nunca foi reimpresso. Quando um dia mostrei este
livro a um membro da igreja, disse-me que o problema do livro era que se parecia
demasiado a outro que não tinha sido escrito por Ellen White, e que nunca tinha
sido reimpresso por causa da estreita similitude entre os dois. Sendo de mente
inquisitiva, fiz um estudo comparativo e descobri que algumas das críticas
pareciam ser verdadeiras. 2

Mais tarde, depois que fui transferido para a
Califórnia, os membros da família de Wellesley P. Magan, também de pioneiros
Adventistas estabelecidos, foram membros de minha congregação. Com a morte da
viúva do pai de Wellesley, Lillian E. Magan, presentearam-me com um livro da
biblioteca da família Magan – “Eliseu, o Profeta” - escrito por Alfred
Edersheim. 3 Na folha de guarda aparecia a assinatura de Ellen White. Então,
devido ao meu constante uso dos livros de Ellen White, tinha-me familiarizado
tanto com eles, que em seguida reconheci a similitude de palavra e de pensamento
ao examinar o livro de Edersheim.

Ainda mais tarde, enquanto estudava na
Universidade do Sul da Califórnia, para obter o grau de Doutor em Filosofia,
sobressaltei-me ao tropeçar com uma obra de sete tomos sobre a história do
Antigo Testamento, escrita pelo mesmo Edersheim.4 Desta vez encontrei, nos tomos
um ao quatro, que os títulos e subtítulos de capítulo, e os encabeçados de
página de Edersheim, eram paralelos, e muitas vezes quase idênticos, aos títulos
de capítulo do livro Patriarcas e Profetas (1890), de Ellen White. Tempo e
estudo mostraram que obviamente a Sra. White obtivera ajuda liberal destas obras
adicionais de Edersheim. Uma investigação ulterior revelaria que Edersheim tinha
escrito também uma história do Novo Testamento sobre a vida de Cristo, e que
nesta obra, também, havia similitudes adicionais com o livro O Desejado de Todas
as Nações, da Sra. White. 5

Ainda que perturbadores, estes achados não
eram demasiado inquietantes para mim nesse tempo, porque o White Estate, em
Washington, sempre parecia ter desculpas para os "empréstimos" de Ellen White.
Foi somente quando Bruce Weaver, um jovem seminarista na Universidade Adventista
de Andrews em Michigan descobriu um arquivo sem marcar contendo meu trabalho e
minhas comparações (material duplicado guardado na biblioteca do White Estate)
que as coisas começaram a adquirir o aspecto de um conto de mistério. O White
Estate acusou a Bruce de roubar o material da biblioteca, ainda que ele só o
tivesse copiado e devolvido. Ao final, Bruce foi despedido do seminário e do
ministério, mas não antes que tivesse tomado parte significativa no drama.
O
que Bruce encontrou no arquivo não foi somente meu material e as críticas dele,
senão também cópias de algumas cartas internas do White Estate, escritas por
Robert W. Olson e Arthur L. White, que revelavam a preocupação destes homens do
escritório de Washington a respeito da descoberta, por parte de Bruce, do
material que eu lhes estivera enviando como evidência de que Ellen White tinha
copiado material alheio. Ambos os homens tinham posto por escrito suas sugestões
para manejar o problema Rea.
Anos subseqüentes revelaram que eles haviam adotado
o método de Arthur White, que era, em essência, aplicar táticas dilatórias e
tanta pressão e linguagem de duplo sentido tanto quanto fosse possível.
Olson se dedicou a fazer uma campanha verbal num máximo esforço por suavizar o impacto
que meus achados estavam começando a ter, porque pessoas de várias regiões da
América Norte já estavam solicitando a evidência encontrada durante minhas
investigações. Numa apresentação que Olson fez, numa tarde de janeiro de 1979,
na Universidade de Loma Linda, na Califórnia, alguém no auditório perguntou a
respeito de empréstimos, por parte de Ellen White, de fontes publicadas. A
resposta de Olson foi no sentido de que nada disso era verdade, que todos seus
escritos eram dela. Depois, adicionou que tinha algum ministro na Califórnia do
Sul fazendo ondas com alegações a respeito de que ela tinha tomado material
emprestado para seu livro chave "O Desejado de Todas as Nações", mas que nenhum
desses rumores era verdadeiro.

Dizer que fiquei estupefato depois da reunião
é pouco. Nesse mesmo momento, em meu arquivo já tinha várias cartas desse mesmo
Olson animando-me a continuar enviando-lhe minhas comparações entre Ellen White
e seus contemporâneos. Ademais, tinha falado comigo pessoalmente quando esteve
na Califórnia fazia só pouco tempo, e tinha-me arrancado a promessa de que não
publicaria nenhum relatório sobre meu trabalho senão até que ele e o pessoal da
direção do Ellen G. White Estate tivessem tempo adicional para examinar o
material. Eu tinha acedido à sua solicitação, e o fato do acordo fora registrado
no memorando interno que ele escreveu depois, o qual eu possuía em meus
arquivos.

Assim que agora eu sabia que Robert Olson, ou tinha muito má
memória, ou estava dizendo uma mentira branca. Em qualquer caso, era óbvio que
os diretores do White Estate sabiam muito mais do que diziam.
Os arquivos do

White Estate se tinham referido a um livro escrito por William Hanna, chamado
The Life of Christ.6 Antes de vinte e quatro horas depois da reunião de Loma
Linda, eu já havia obtido uma cópia do livro de Hanna. Desde esse momento em
adiante, aprendi mais do que jamais quis saber.
Spectrum, um diário publicado
independentemente pela Association of Adventist Forums, fez um relato dos
antecedentes de uma reunião de comitê de Janeiro de 1980, em Glendale,
Califórnia.
Esta reunião fora convocada por Neal C. Wilson, então presidente da
Conferência Geral, atendendo às minhas instâncias de que se considerasse o
alcance dos achados em relação com a dívida literária de Ellen White. Dezoito
dos representantes da igreja nomeados declararam que o explicitado por minha
investigação era de proporções alarmantes, mas que o estudo deveria continuar
com ajuda adicional.7

De maneira similar, Spectrum informou mais tarde, após
minha expulsão da igreja 8 (depois de trinta e seis anos de serviços)
principalmente por causa do revelador artigo iniciado e escrito pelo editor
religioso John Dart e publicado no Los Angeles Times. 9 Nem um só, dos oficiais
que me expulsaram, jamais havia falado com Dart. Nem um só tinha visto a
investigação na qual se baseava o artigo. O centro mesmo da disputa não era
importante para os oficiais da igreja. Só era necessário que alguém fosse
castigado para que outros permanecessem alinhados e para que tanto Ellen G.
White como a Igreja Adventista do Sétimo Dia pudessem parecer inocentes de
qualquer delito.

Em vista do que observei, experimentado, e aprendido,
pareceu-me correto e necessário registrar para as gerações futuras os achados de
meu estudo atual. Estas gerações vindouras quererão saber a verdade a respeito
do que se desenterrou do passado. Será parte do que terão em conta em sua
experiência religiosa e em seus juízos.

Apesar de muitos e bons conselhos em
contrário, elegi o título THE WHITE LIE (A MENTIRA BRANCA) para meu livro. Não
aplico o termo separada e exclusivamente a Ellen G. White. Quando nós (qualquer
de nós) damos nosso consentimento ou apoio para perpetuar um mito (no todo ou em
parte) a respeito de qualquer pessoa ou coisa, nós mesmos somos, portanto, parte
de uma mentira branca. A mensagem deste livro é ajudar-nos a revelar a verdade a
todos nós – que com frequência sustentamos uma lenda.

As piores mentiras que
se dizem são com frequência as que se dizem em religião, porque se dizem de tal
maneira que se supõe que Deus as respalda e que, portanto, são para nosso bem.
Que esse suposto bem pode converter-se – e geralmente se converte – em
prejudicial, errôneo, e até perverso, não têm consciência as pessoas zelosas que
promovem lendas no nome de Deus.

Neste estudo me propus tratar, não apenas os
fatos, como os encontrei, senão também como operaram na igreja e em nós,
pessoalmente, como observei nessa operação. Também, espero deixar uma lição ou
duas para aqueles que possam estar procurando essas lições.

Ficam por serem
concluídos muitos estudos sobre a questão de por que alguns de nós aceitamos
tantas coisas de quem quer que seja que as aceitemos. Que coisa no profundo de
nós é explorada para fazer-nos reagir, sem fazer perguntas, a informação que não
é digna de confiança, de maneira que a aceitamos como "verdade" e lhe permitimos
que governe nossos pensamentos e nossas vidas?

Nesta etapa de meus
pensamentos, fica-se alguma culpa por avaliar ou atribuir, devo aceitar muito
dela por ter sido tão ingênuo, sem um adequado estudo ou investigação de minha
parte, como para assentir a muito do que originalmente se me apresentou como "a
verdade" mas que, em realidade, contém muita falsidade que nos afasta do que
deveria preocupar-nos prioritariamente. O que mais lamento é daquilo que o tempo
não me permita corrigir parte da informação errada do que eu mesmo, sem me dar
conta, aceitei e transmiti a outros como uma mentira branca.
Toda
instituição, toda entidade corporativa, todo sistema estabelecido – seja
político, econômico, social, ou religioso – deve ter seu santo padroeiro. Esse
santo pode ser um fundador, um benfeitor, um dirigente carismático, ou uma
figura mística que tem estado morta por longo tempo. Sem importar sua categoria
ou o tempo que tenha durado sua existência, o patrono é venerado, ainda que
tenha sido um vampiro; é canonizado, ainda que tenha sido um artista do roubo;
outorga-se-lhe a santidade, ainda que tenha sido um conhecido pecador.

Há algo na mente humana que procura criar o irreal – imaginar ou supor que algo é
assim, ainda que toda a lógica lhe diga que não é assim. Do que é impossível
ver, dizemos que é uma visão; o que é falível consideramo-lo perfeito; ao que é
ilusório, concedemos-lhe autoridade. Muitos estudos se efetuaram para tratar de
averiguar por que queremos crer, e de fato cremos, “uma mentira permissível.
Para meu propósito aqui, é suficiente dizer que o fazemos – e parece que temos
que o fazer. Porque, se rejeitamos a fantasia que agora sustentamos,
provavelmente encontraremos ou inventaremos outra em nosso esforço para evitar
enfrentar-nos à realidade”.
Os vendedores de panacéias para fantasiadores (os
que tendem a se assombrar de manifestações psíquicas) são os supervendedores do
psíquico. São os que manipulam, manobram, e dão massagens à consciência daqueles
aos quais desejam convencer. Em todos os tempos e em todos os lugares, foram os
magos os que conduziram ao populacho a crer que o imperador realmente estava
vestido com o invisível, e que aqueles que os escutam e vêm a eles a pedir
conselho e guia (pelos quais, provavelmente, devem pagar devidamente) estarão
entre os poucos que realmente vêem o que não está ali.
O elemento que é
fundamental, sem exceção, para qualquer jogo de roubo é a mentira.
Provavelmente, é uma mentira branca, uma coisinha que se desvia um pouquinho da
verdade, uma e outra vez, até que, com o correr do tempo e nas circunstâncias
adequadas, expande-se, convertendo-se numa gigantesca fraude.
As técnicas dos
supervendedores são poucas, mas absolutamente essenciais. Consistem em sobejar
importância à humanidade daquele que tem de ser venerado; exaltar as virtudes do
venerado até o nível do milagroso; negar acesso às fontes confiáveis de
registros e fatos do passado significativo; apelar à inclinação ao supersticioso
(ou pelo menos crédulo); e ganhar tempo.
Uma edição do dicionário de Webster
diz que uma "mentira branca é uma mentira de pouca monta pronunciada por razões
de cortesia, amabilidade, ou perdoabilidade; uma mentirinha cortês ou
inofensiva."
O fato de que Ellen G. White tomou material emprestado ou o
plagiou foi documentado e admitido por reconhecidos representantes da Igreja
Adventista do Sétimo Dia através dos anos. Mas a informação que revela o alcance
de sua dependência literária foi deliberadamente ocultada aos membros leigos até
que pesquisadores independentes começaram a tornar públicos os fatos. Assim, em
conseqüência destas descobertas, surgem novos problemas que não foram
enfrentados ainda pelo povo Adventista do Sétimo Dia ou seus atuais dirigentes.

Por exemplo:

1. Por que Ellen G. White transformou em absolutas a maioria das
especulações e suposições, se não todas, dos autores copiados de maneira que o
copiado faz ver que ela estava sempre na cena da ação em alguma forma
"visionária", quando obviamente não o estava?

2. Como satisfazem os critérios
estabelecidos para a inspiração rodapés de página e os textos bíblicos que ela
copiou de outros como excerto?

3. Como enquadram na ética de seu tempo ou do
nosso o abuso e o mal uso de material alheio em grande escala?

4. Porquanto o
extenso material copiado assegura que era humanamente impossível que Ellen G.
White o fizesse, ela mesma, quem entre seus ajudantes pode levar o crédito por
sua "inspiração"?

5. Com a autoridade de quem estamos tratando
agora?
Reconhecemos que, desde o começo do movimento de 1844, muita gente
considerou a Ellen G. White como a principal autoridade do Adventismo. Essas
pessoas devem agora encontrar lugar para fazer ajustes em seu modo de pensar (e
muitos em seu modo de viver) a um nível diferente do passado. Isto poderia ser
muito angustiante. Seja porque a situação em que a igreja se encontra agora se
enquadra ou não em nossa definição de uma mentira branca, seja porque a
mentirinha é ou não inofensiva para os valores pessoais de uma pessoa, sua
maneira de pensar, e sua experiência da vida, cada pessoa terá que julgar por si
mesma.
É possível entender um pouquinho como a gente chega onde está somente
se olhar onde tem permanecido. Que classe de vendedores lhe vendeu a viagem, e o
que a motivou a ir. Não é possível considerar todos estes aspectos num só bloco.
Mas tocaremos as circunstâncias que ocorrem a um "verdadeiro crente", que classe
de supervendedores vendeu a mercadoria, e o que lhes sucede aos que
compram.

Livros como The Status Seekers, The Permissible Lie, e The True
Believer 10, insinuam que há uma conexão entre todas as disciplinas – a
econômica, a social, e a religiosa. Em todas estas disciplinas, os vendedores
vendem seu produto usando uma mentira branca. Ainda que os vendedores de idéias
sociais e econômicas assegurem estar interessados no seu presente, na realidade
estão mais interessados no futuro deles. Os vendedores do psíquico afirmam estar
interessados no seu futuro, mas em realidade estão interessados no presente
deles. Todos os mercantilistas vendem a mentira branca em qualquer tamanho ou
forma que crêem que o público a compraria. Os Adventistas conhecem e aceitam
estes fatos da vida a respeito dos sistemas alheios, mas crêem que seu próprio
sistema é "diferente" e, portanto, melhor. Muito poucos estudos se ofereceram
para provar ou refutar as crenças deles.

A maioria das pessoas aceita o fato
de que ficam poucos, se é que ficam, homens santos que vendam mercadoria sobre
reformas econômicas ou políticas. O que é mais difícil do que a gente reconheça
ou aceite é que, de maneira similar, há poucos santos em religião, se é que os
há. Não há santos nem santas, exceto os que nós fazemos por meio de nossas
próprias ilusões. Porque temos sempre conosco este fator de pretensão, é fácil
para os supervendedores de religião obter o controle através de nossas próprias
peculiaridades e consciências, para exercer autoridade sobre nossas mentes e
ações. Houve muitos, neste planeta, que se venderam a si mesmos ao mundo,
oferecendo salvação para o futuro – quando em realidade não eram senão
supervendedores que nos tinham roubado nossa liberdade de pensamento
infundindo-nos um sentimento de culpa e temor e inclinando a seus seguidores a
sua própria vontade.

Enquanto você lê, tenha em mente que alguém lhe vendeu a
idéia de que aquilo que você crê no mais íntimo de você mesmo é "único" e tem a
autoridade de Deus, a mais alta corte de apelação; que você é "diferente” por
causa desta autoridade e que você se "salvará" caso siga as regras. O problema
com este trem de pensamento é que sua verdade pode ser somente a interpretação
da verdade de seu santo padroeiro, e os pronunciamentos que você aceitou como
autoridade podem ser idéias que seu patrono tomou emprestado de outros.
Isto,
creio, é o que este estudo mostrará em relação a Ellen G. White. E se a mesma
quantidade de informação estivesse disponível sobre os santos padroeiros de
outros grupos, seria também verdadeira a respeito deles. Por que ainda queremos
crer o que chegamos a crer é do que trata a mentira branca.
Nesta odisséia
que empreenderemos juntos, os supervendedores serão os clérigos, os pregadores,
os reverendos, os teólogos – a quem, mais do que a quaisquer profissionais,
concedeu-se-lhes licença (tanto pelas pessoas mesmas como pelo Estado) para
vender sua mercadoria aos incautos, projetar seus temores sobre os temerosos, e
vender seu sentimento de culpa aos que sentem remorsos.

A santa padroeira
será Ellen Gould White, a canonizada dirigente da Igreja Adventista do Sétimo
Dia – que simboliza a todos os patronos de qualquer fé, e através da qual os
aderentes se aproximam a seu conceito de Deus e tratam de conseguir a
inobtenível salvação, seja aplacando a sua santa ou aplacando a Deus por meio
dessa santa.
Os verdadeiros crentes serão os incautos, os temerosos, os que
têm complexo de culpa, os excessivamente zelosos, os bem intencionados, os que
não perguntam. Carecendo de confiança pessoal em Deus, procuram-na por meio de
seu santo padroeiro eleito, que eles crêem tem comunicação direta com os lugares
celestiais.

Porquanto, o corpo do material apresentado tem que ver com a
"apropriação literária de obras alheias", eu também copiei de todo o mundo. Sem
nenhum sentido de vergonha, usei material que foi burlado, tomado emprestado, ou
de alguma maneira tomado abertamente de quaisquer fontes disponíveis ou que se
tenha considerado necessário usar como evidência e para maior clareza.
Com gosto daria crédito a todos os que, por quaisquer métodos e de quaisquer fontes,
trouxeram-me material para que eu o usasse, de maneira que os leitores pudessem
ver a evidência por si mesmos e conhecessem a natureza e a extensão da mentira
branca Adventista. Mas, pela natureza do tema e as pressões administrativas e de
nossos iguais tanto sobre a posição como sobre a pessoa, aqueles com quem estou
em dívida não podem ser nomeados.
Este livro tenta remontar-se ao nascimento,
crescimento, e pleno florescimento da mentira branca no Adventismo. Não posso
explicar todos os fios que nos atam, como a Gulliver, em nossa viagem, porque
até agora se negou acesso a muitas fontes dos fatos. O livro só pode apontar ao
leitor a certas fontes, de maneira que possa ver por si mesmo o que há que
ver.

Não estou tratando de assinalar aos que, tendo olhos, não vêem, nem de
gritar aos que, tendo ouvidos, não desejam ouvir. Mas, porque alguém tem uma
obrigação com as gerações que virão depois, este material se publica para
acender uma luzinha num mundo de superstição, temor, e culpa. Pode ser que a
chama, ainda que pequena, ajude a alumiar o caminho para o verdadeiro Santo de
todos os santos: Cristo Jesus.

O autor, Walter Rea.
Referências e
Notas:
1. O Ellen G. White Estate é a agência que custodia os escritos, a
correspondência, os registros, os sermões, os recortes, a coleção pessoal de
livros, as recordações, e os materiais miscelâneos deixados em fideicomisso pela
Sra. White a sua morte em 1915. O Ellen G. White Estate é administrado pela
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, no escritório central mundial
de Washington, D.C.

2. O livro similar ao de Ellen White, Sketches From The
Life of Paul [Bosquejos da Vida de Paulo], é The Life and Epistles of The
Apostle Paul [Vida e Epistolas do Apóstolo Paulo]. Foi escrito por William J.
Conybeare e John S. Howson, e se publicou primeiro em Londres (1851-1852) e mais
tarde em New York. O Sketches da Sra. White nunca se reimprimiu depois de ter
aparecido em 1883, até que a Review and Herald Publishing Association fez uma
reprodução em fac-símile em 1974.

3. Alfred Edersheim, Elisha the Prophet
(London: The Religious Tract Society, 1882). Era a "nova edição revisada" de
Edersheim a que estava na biblioteca de Ellen White.

4. The Bible History:
Old Testament, de Edersheim, publicou-se primeiro como um jogo de sete volumes
(1876-1887). Wm. B. Eerdman´s Publishing Company reimprimiu a edição de 1890 em
dois tomos ("completos e íntegros") em 1949.

5. Alfred Edersheim, The Life
and Times of Jesus the Messiah, 5 livros. (London: Longmans, Green, and Co.,
1883; New York: E. R. Herrick, 1883).

6. William Hanna, The Life of Christ
(New York: The American Tract Society, n.d. (pref. 1863). Este livro se publicou
primeiro em seis volumes separados como The Life of Our Lord, que é o título
listagem pelo EGW Está, Arquivo de Documento 884, na biblioteca de Ellen
White.

7. Douglas Hackleman, "GC Committee Studies Ellen White´s Sources,"
Spectrum 10, não. 4 (Março 1980): 9-15

8. Eric Anderson, et ao., "Must the
Crise Continue?" Spectrum 11, não. 3 (Fevereiro 1981); 44-52.

9. John Dart,
"Plagiarism Found in Prophet Books," Los Angeles Times (23 Outubro 1980), p.
1.

10. Vance Packard, The Status Seekers (New York: Simon and Schuster,
Pocket Books, 1961). Samm Sinclair
Baker, The Permissible Lie (Boston:
Beacon Press, 1968). Eric Hoffer, The True Believer (New York: Harper & Row,
Publishers, Perennial Library, 1951).
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Prof. Azenilto G. Brito



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MensagemAssunto: Por Que Creio na Inspiração Profética de Ellen White   1/31/2016, 04:13


POR QUE CREIO EM ELLEN WHITE COMO PROFETISA DO SENHOR A DESPEITO DA METRALHADORA GIRATÓRIA DE ATAQUES CONTRA ELA

[font=Times New Roman][size=15]Para equilibrar as coisas, eis uma breve defesa de Ellen White diante desses ataques preconceituosos, falsos e até irracionais que temos aqui, como transcrevo de outro fórum:

Ellen White não foi a fundadora da IASD, como alguns imaginam. Ela participou do grupo de pioneiros iniciadores da IASD, mas não mandava em nada, nunca foi “presidente” nem teve qualquer cargo de importância. Apenas atuava como conselheira, pregadora, autora inspirada cujos frutos de sua obra se vê em vários aspectos. Sua obra de ênfase à educação transparece hoje no elevado número de escolas, desde jardim de infância até universidades, da IASD, que tem a maior rede de instituições escolares do mundo, depois da ICAR.

Os princípios de saúde promovidos por Ellen White se refletem nas pesquisas científicas que demonstram a maior saúde e longevidade dos adventistas, em comparação com outros segmentos populacionais. Isso tem aparecido em publicações como “Prevention”, “National Geographic Magazine”, revista “Time” e reportagens pela TV americana. Até o “Fantástico”, da Rede Globo, apresentou curta matéria sobre o tema, o que é algo muito especial, partindo de uma rede que reconhecidamente sempre se apresentou hostil aos evangélicos (posteriormente editaram a reportagem para excluir toda referência aos adventistas, dentro da política antievangélica de tal sistema de mídia).

Muito antes de se falarem dos males do fumo, Ellen White já apontava aos malefícios desse hábito e a IASD sempre se destacou como uma Igreja que condenou os vícios, e ajudou milhões a deles se verem livres através de programas de recuperação de viciados, como o popular “Como Deixar de Fumar Em Cinco Dias” e outros mais.

A visão de evangelização de Ellen White coloca a Igreja Adventista como uma das que maior número de missionários tem no mundo, proporcionalmente ao número de seus membros. O seu livrinho “Caminho a Cristo” teve as primeiras edições lançadas pela editora evangélica Revell, de um cunhado de Moody, pois reconheceu nele o seu potencial evangelístico. A Igreja Adventista já atua em mais de 200 países, sendo a que tem o maior número de países penetrados dentre todas as denominações cristãs..

E no campo “profético”, Ellen White advertiu muitas vezes sobre a terrível situação das cidades grandes que justificaria o abandono das mesmas por quem pudesse, pois a criminalidade, os vícios, a poluição seriam crescentes em tais locais.

Alguém ainda tem dúvida quanto ao acerto de tal previsão e recomendação vendo-se o que se passa em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, só para citar cidades brasileiras?

Aliás, agora vemos o Vaticano se empenhando para apresentar-se como líder numa campanha mundial para “salvar o planeta”, promovendo o ECOmenismo. E o incrível é que vem confirmar outra previsão de Ellen White--que o domingo seria mais e mais exaltado e ligado a algo relativo ao bem-estar do mundo inteiro, com desastres naturais atribuídos ao desrespeito pelo domingo. Pois o papa Bento XVI numa homilia em Viena, recentemente, tratando disso--falou da “dimensão ecológica” do domingo que é algo que precisa ser considerado por todos no mundo. . . Essa valorização do domingo é confirmada pela última encíclica "ecológica" do Papa Francisco, "Laudato Si".

Vozes já se têm levantado para que todos parem tudo um dia por semana para preservar a natureza, reduzir a carga de poluentes e ter um lazer familiar socialmente benéfico, etc., etc. Isso foi exatamente o que o jornal britânico “The Guardian” abordou recentemente, na sua edição de 17-09-09. E adivinhem que dia seria escolhido para tal mister. . . .

Lembrem-se que Jesus declarou que “por seus frutos se conhece a árvore, se é boa ou má, e os frutos da obra de Ellen White são muitos e positivos, como os poucos que acima indiquei.

Recentemente até um autor não-adventista esteve fazendo um levantamento de áreas do mundo onde as pessoas vivem mais, e citou Loma Linda, na Califórnia, um centro de adventistas, como uma das “Zonas Azuis”, de pessoas longevas e de saúde superior, em comparação com o restante da população. Ele disse que Loma Linda é um “oasis de longevidade” na paisagem americana, com muitas pessoas com mais de 100 anos vivendo lá, da IASD.

Agora, há um ex-pastor evangélico que se tornou ateu, chamado Dan Barker. Ele apresenta supostas contradições, declarações anti-científicas e coisas “absurdas” na Bíblia e vive desafiando os crentes na Bíblia a lhe dar resposta e refutar suas alegações.

Eu não sei responder todas as objeções de Barker, mas continuo crendo na inspiração bíblica, pois não temos um claro entendimento de como Deus utiliza as pessoas que inspira. E se há dificuldades na Bíblia, por que não haveria na obra de Ellen White que abrange um total de 100.000 páginas?

Aqui mesmo vemos como se utiliza a Bíblia para defender posições tão contraditórias, como no caso da predestinação. Dependendo da posição que se tenha, há textos e mais textos apontando para um lado, e textos e mais textos apontando para o outro. É assim mesmo que se dá com a literatura de Ellen White. . .

Agora, é tão fácil encontrar defeitos e atacar, condenar, criticar dando-se ouvidos só aos que atacam e condenam, IGNORANDO os que DEFENDEM. Acaso os críticos de Ellen White se deram ao trabalho de ver as explicações oficiais de tantas coisas que parecem estranhas e contraditórias em seus escritos, indo aos sites apropriados? E o que dizer do livro “Mensageira do Senhor”, de Herbert Douglass? Leram tal livro? Conhecem o seu teor?

Então, até por uma questão de justiça, ficar só dando ouvidos preconceituosamente à acusação sem atentar aos argumentos da defesa não é atitude justa e muito menos cristã. E o preconceito é pecado, se querem saber (Mat. 7:1; João 7:24).
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Prof. Azenilto G. Brito



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MensagemAssunto: Por Que Creio na Inspiração Profética de Ellen White   1/31/2016, 04:15

POR QUE CREIO EM ELLEN WHITE COMO PROFETISA DO SENHOR A DESPEITO DA METRALHADORA GIRATÓRIA DE ATAQUES CONTRA ELA

Para equilibrar as coisas, eis uma breve defesa de Ellen White diante desses ataques preconceituosos, falsos e até irracionais que temos aqui, como transcrevo de outro fórum:

Ellen White não foi a fundadora da IASD, como alguns imaginam. Ela participou do grupo de pioneiros iniciadores da IASD, mas não mandava em nada, nunca foi “presidente” nem teve qualquer cargo de importância. Apenas atuava como conselheira, pregadora, autora inspirada cujos frutos de sua obra se vê em vários aspectos. Sua obra de ênfase à educação transparece hoje no elevado número de escolas, desde jardim de infância até universidades, da IASD, que tem a maior rede de instituições escolares do mundo, depois da ICAR.

Os princípios de saúde promovidos por Ellen White se refletem nas pesquisas científicas que demonstram a maior saúde e longevidade dos adventistas, em comparação com outros segmentos populacionais. Isso tem aparecido em publicações como “Prevention”, “National Geographic Magazine”, revista “Time” e reportagens pela TV americana. Até o “Fantástico”, da Rede Globo, apresentou curta matéria sobre o tema, o que é algo muito especial, partindo de uma rede que reconhecidamente sempre se apresentou hostil aos evangélicos (posteriormente editaram a reportagem para excluir toda referência aos adventistas, dentro da política antievangélica de tal sistema de mídia).

Muito antes de se falarem dos males do fumo, Ellen White já apontava aos malefícios desse hábito e a IASD sempre se destacou como uma Igreja que condenou os vícios, e ajudou milhões a deles se verem livres através de programas de recuperação de viciados, como o popular “Como Deixar de Fumar Em Cinco Dias” e outros mais.

A visão de evangelização de Ellen White coloca a Igreja Adventista como uma das que maior número de missionários tem no mundo, proporcionalmente ao número de seus membros. O seu livrinho “Caminho a Cristo” teve as primeiras edições lançadas pela editora evangélica Revell, de um cunhado de Moody, pois reconheceu nele o seu potencial evangelístico. A Igreja Adventista já atua em mais de 200 países, sendo a que tem o maior número de países penetrados dentre todas as denominações cristãs..

E no campo “profético”, Ellen White advertiu muitas vezes sobre a terrível situação das cidades grandes que justificaria o abandono das mesmas por quem pudesse, pois a criminalidade, os vícios, a poluição seriam crescentes em tais locais.

Alguém ainda tem dúvida quanto ao acerto de tal previsão e recomendação vendo-se o que se passa em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, só para citar cidades brasileiras?

Aliás, agora vemos o Vaticano se empenhando para apresentar-se como líder numa campanha mundial para “salvar o planeta”, promovendo o ECOmenismo. E o incrível é que vem confirmar outra previsão de Ellen White--que o domingo seria mais e mais exaltado e ligado a algo relativo ao bem-estar do mundo inteiro, com desastres naturais atribuídos ao desrespeito pelo domingo. Pois o papa Bento XVI numa homilia em Viena, recentemente, tratando disso--falou da “dimensão ecológica” do domingo que é algo que precisa ser considerado por todos no mundo. . . Essa valorização do domingo é confirmada pela última encíclica "ecológica" do Papa Francisco, "Laudato Si".

Vozes já se têm levantado para que todos parem tudo um dia por semana para preservar a natureza, reduzir a carga de poluentes e ter um lazer familiar socialmente benéfico, etc., etc. Isso foi exatamente o que o jornal britânico “The Guardian” abordou recentemente, na sua edição de 17-09-09. E adivinhem que dia seria escolhido para tal mister. . . .

Lembrem-se que Jesus declarou que “por seus frutos se conhece a árvore, se é boa ou má, e os frutos da obra de Ellen White são muitos e positivos, como os poucos que acima indiquei.

Recentemente até um autor não-adventista esteve fazendo um levantamento de áreas do mundo onde as pessoas vivem mais, e citou Loma Linda, na Califórnia, um centro de adventistas, como uma das “Zonas Azuis”, de pessoas longevas e de saúde superior, em comparação com o restante da população. Ele disse que Loma Linda é um “oasis de longevidade” na paisagem americana, com muitas pessoas com mais de 100 anos vivendo lá, da IASD.

Agora, há um ex-pastor evangélico que se tornou ateu, chamado Dan Barker. Ele apresenta supostas contradições, declarações anti-científicas e coisas “absurdas” na Bíblia e vive desafiando os crentes na Bíblia a lhe dar resposta e refutar suas alegações.

Eu não sei responder todas as objeções de Barker, mas continuo crendo na inspiração bíblica, pois não temos um claro entendimento de como Deus utiliza as pessoas que inspira. E se há dificuldades na Bíblia, por que não haveria na obra de Ellen White que abrange um total de 100.000 páginas?

Aqui mesmo vemos como se utiliza a Bíblia para defender posições tão contraditórias, como no caso da predestinação. Dependendo da posição que se tenha, há textos e mais textos apontando para um lado, e textos e mais textos apontando para o outro. É assim mesmo que se dá com a literatura de Ellen White. . .

Agora, é tão fácil encontrar defeitos e atacar, condenar, criticar dando-se ouvidos só aos que atacam e condenam, IGNORANDO os que DEFENDEM. Acaso os críticos de Ellen White se deram ao trabalho de ver as explicações oficiais de tantas coisas que parecem estranhas e contraditórias em seus escritos, indo aos sites apropriados? E o que dizer do livro “Mensageira do Senhor”, de Herbert Douglass? Leram tal livro? Conhecem o seu teor?

Então, até por uma questão de justiça, ficar só dando ouvidos preconceituosamente à acusação sem atentar aos argumentos da defesa não é atitude justa e muito menos cristã. E o preconceito é pecado, se querem saber (Mat. 7:1; João 7:24).
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O EMBUSTE DE ELLEN WHITE
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