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 Estudo de Variabilidade, Carga e Patrimonio Genético nas Pop

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sodré
Aletheiano
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Data de inscrição : 01/01/2008

MensagemAssunto: Estudo de Variabilidade, Carga e Patrimonio Genético nas Pop   5/22/2008, 16:41

ESTUDO DA VARIABILIDADE, CARGA NEGATIVA E PATRIMÔNIO GENÉTICO NAS POPULAÇÕES ANCESTRAIS BÍBLICAS

Sodré Gonçalves.

1.Introdução


Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum

1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)


Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção

2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais


Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais
3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais


Cap. 4. Conclusão








1.Introdução


Estudos 1 em populações determinam que a existência de poucos indivíduo numa população de uma determinada espécie indica em geral baixa VG (Variabilidade genética), ou seja, podem variar-se geneticamente pouco, e uma população com poucos indivíduos têm alto grau homozigótico (características geneticamente uniformes), trazendo sérios problemas a raça pelo aumento de freqüência de compartilhamento de alelos de genes deletérios gerando a impossibilidade de sobrevivência tendo em vista a baixa VG daquela população, pois os cruzamentos em uma cessação assim aumentarão a freqüência de transmissão de alelos deletérios, onde qualquer mutação deletéria pode se espalhar e fixar rapidamente sobre aquela frágil população, hóquei pode em pouco tempo condená-la a extinção.

Neste trabalho procuraremos ressaltar esta dificuldade de sobrevivência com o objetivo de demonstrar que somente uma configuração genética diferenciada, mais perfeita, com menor carga genética e maior patrimônio genético, na maioria das espécies, poderia permitir a explosão populacional humana e de todos os seres vivos.

"Existem diversas cidades do Brasil onde casamento e reprodução só são realizados entre parentes. Como exemplo: Estrela D'Oeste - SP, o número de parentes casando com parentes são extremamente altos e não há nenhum caso de doença deletéria na família" 2. Sugerimos que estas exceções de comportamento nos cruzamentos entre parentes demonstram um pouco do retrato genético ideal que existia nas populações ancestrais.








Cap 1 ..Genealogia e Ancestralidade Comum









Estudos na universidade da Yale , Dr Chang, publicado na Nature, 2004, em estatística genealógica 3, e outros mais, em busca de ancestralidade comum, como da Eva mitocôndria, de datação com base de médias de intervalos regulares de mutações, demonstram a ancestralidade comum em humanos , e o fato de termos ancestrais comuns a todos vivos e mortos, implica em avistar em uma certa época, um numero populacional reduzido, com todos os problema genéticos que hoje avistamos

Estudo feito nos Estados Unidos mostra que o mais recente ancestral comum a toda a população mundial atual, viveu, não há dezenas de milhares de anos, mas há apenas 3 mil anos . Simulações feitas em computador, baseadas em um novo modelo estatístico, mostraram que o ancestral comum a toda a humanidade não é tão velho como se imaginava. Cientistas norte-americanos descrevem na edição de 30 de setembro da revista Nature que tal indivíduo teria vivido há apenas 3 mil anos. Esse retorno com cada vez menor numero populacional nos desafia a encontrar hipóteses não uniformizas sobre a capacidade de nossos poucos ancestrais comuns nos descenderem, sem que os levasse a extinção.
















1.2 Analisando Estudos sobre a Eva Mitocondrial (DNAmt)


"Os genes de uma criança são aproximadamente igualmente herdados do pai e da mãe. O rearranjo genético que ocorre a cada geração sucessiva dá ao feto duas cópias de cada gene de uma escolha de quatro possíveis dentre os genomas dos pais. A herança do DNA mitocondrial (DNAmt) é uma exceção à reprodução sexual. De singular na teoria da Eva Mitocondrial é a descoberta de que o DNAmt é herdado apenas da mãe, não havendo nenhuma contribuição do pai na época da fertilização. Quando o espermatozóide penetra o óvulo, não há entrada de mitocôndria. Apenas o DNA da cabeça do espermatozóide contribui para a formação do zigoto. A única fonte de DNAmt do zigoto é materna. A mãe passa o seu componente de DNA mitocondrial para suas filhas e filhos. Os filhos não podem passar sua informação genética adiante; a informação pode ser passada apenas pelas filhas".
"O resultado surpreendente foi que todas as ramificações da árvore se juntaram em um tronco rapidamente. Rapidamente significa que usando uma taxa assumida para as mutações no DNAmt, todos os indivíduos testados poderiam ser considerados tendo uma mãe comum africana em um passado evolutivo recente. Estes investigadores concluiram: "Todos estes DNAs mitocondriais partiram de uma única mulher que se postula ter vivido 200.000 anos atrás, provavelmente na África. Todas as populações examinadas, exceto a população africana, têm origens mútiplas, implicando que cada área foi colonizada repetidamente." O ancestral africano foi chamado Eva Mitocondrial pela imprensa. A descoberta de uma convergência na árvore evolutiva a um único ancestral materno comum que viveu na África sub-Saárica há apenas 200.000 anos é sem dúvida dramática".

"Muitas potenciais falhas nessa teoria têm sido extensivamente debatidas. Os 200.000 anos estimados ao ancestral comum poderiam ser um erro significante se fosse assumido que a taxa de mutação para o DNAmt estivesse errada. O DNA mitocondrial possui uma taxa de mutação mais alta do que o DNA nuclear, porque a mitocôndria não possui o mecanismo de reparo extensivo do DNA, presente no núcleo da célula". 13


"Essa idade de 200 mil anos foi conseguida assumindo que o relogio molecular do DNAmt apresentassse uma taxa constante de mutação a cada 6 mil a 12 mil anos, algo em torno de 600 gerações (Gibbons, 1998). "Entratanto" escreve Wellington Silva, doutorando em Genética Humana na UNB, estudos reveram uma taxa mutacional cerca de 20 vezesmais rápida, ou seja, umamutação a cada 25 ou 40 gerações (Howell, 1996; Pearsons et al., 1997) . Estes dados , suscita\ram sérios questionamentos aos métodos utilizados para datar even6tos evolutivos (Paabo, 1996; Gibbons, 1998), enquanto para os criacionistas , soaram como boas-nbovas por estar em harmonia com o modelo de uma curta cronologia para nossa origem (Wieland, 1998)" 14
Ou seja, voltamos a cronologia arqueologica e bíblica e encontramos novamente Adão e Eva, será mesmo mito como dizem?








Cap 2 -Baixa Variação Genética , doenças genéticas e Perigo de extinção



" Deve-se ressaltar que a variabilidade genética é a base da perpetuação de todos os seres vivos" 4 Pequenas populações apresentam em geral (não sempre) baixa VG, estas apresentam muitas doenças, fragilidades e deformidades, e está quase sempre condenada a extinção quanto maior for à taxa de cruzamentos endogâmicos

"Para uma Espécie poder se reproduzir e viver em um meio é necessário um número mínimo de espécies geneticamente diferentes. Sem essa variabilidade, mudanças no meio são fatais e ainda começam aparecer problemas de deformações e doenças consideradas raras pelo seu caráter recessivo, semelhante ao ocorrido em cruzamentos com pais e filho (caso bovino) ou entre primos (com os humanos) Por isso uma espécie é considerada oficialmente extinta quando o número de indivíduos é inferior a um número mínimo, em média 25.


Por isso animais como a ararinha azul, e a subespécie chinesa dos tigres apesar de ainda terem exemplares vivos em cativeiro e na natureza, são consideradas extintas.



Estudos em populações atuais determinam que a existência de poucos milhares de indivíduos numa espécie a ameaçam com diversas doenças genéticas e extinção. ex: Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante











Análise de DNA mitocôndria reflete drástica redução populacional e risco de extinção 5
Se para estudos em populações, quanto menor o numero de indivíduos , maior a ameaça de extinção, pela, em geral, baixa VG ,logo, é necessário que no passado recente, quando percebemos por estatística genealógica a presença de poucos ancestrais comuns (evidenciado por estatística genealógica, relógio molecular do DNAmt, cálculos matemáticos e fontes arqueológicas diversas, para pelo menos humanos) , que estes indivíduos da população anterior tenham características especiais e não uniformistas que suportassem e compensem as ameaças de doença e de extinção, que hoje podem ser observadas.


2.1 Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)

- A Classe “R” do Vórtice é iniciada quando ocorrem distúrbios que diminuem o tamanho de uma População aumentando a variação do número de indivíduos nesta. As populações ficam vulneráveis a distúrbios posteriores e uma das principais conseqüências pode ser a mudança na proporção de machos para fêmeas, o que poderia acarretar numa diminuição brusca nas taxas reprodutivas;

- A Classe “D” do Vórtice ocorre quando o tamanho da População diminui e a sua distribuição espacial fica fragmentada. Além da diminuição do fluxo gênico entre os fragmentos, o risco de extinção da espécie em fragmentos se torna maior;

- O Vórtice “F” é o aumento do número de Homozigotos devido à diminuição no tamanho da População. Há o aumento da Oscilação Genética e a conseqüente perda de alelos e variabilidade genética, causada pelo aumento de cruzamentos entre indivíduos geneticamente semelhantes (cruzamentos consangüíneos);

- O Vórtice “A” ocorre devido às mesmas causas das outras Classes de Vórtice. A diminuição do tamanho populacional resulta em menos variabilidade genética (como no vórtice “F”) e consequentemente há uma redução no Potencial de Adaptação de uma população a distúrbios externos (doenças ou mudanças climáticas, por exemplo).


“Darwin nos ensina desde 1859, as espécies extintas nunca serão substituídas ou copiadas, nunca haverá um ser que consiga ser igual a uma espécie extinta. Primack e Rodrigues, 2002, consideram as espécies como “soluções para a vida no planeta” e o crescente número de extinções não nos permitirá responder questões primordiais sobre a vida e a evolução na Terra”.idem 1

2.1 Os Perigos da Endogamia Continuada


"O resultado final da "Endogamia continuada (característica de populações pequenas) é a perda terminal do vigor e a provável extinção da variabilidade genética, diminuindo a fertilidade, aumentando a taxa de mortalidade e aumentando a ocorrência de anomalias genéticas" 6

"Almeida (2004), em seu artigo intitulado Teoria das Ilhas Genéticas, propõe que as +raças melhoradas devam ser tratadas também como em risco de extinção, argumenta que a perda de GENES causada pela endogamia é mais perigosa que a extinção de uma raça, pois reduz a variabilidade genética e a capacidade de reação a desafios futuros, como mudanças climáticas ou mesmo novas enfermidades" 7

2. 3 Situações Ideais Genéticas para Sobrevivência das Espécies Ancestrais

Sob baixa população, para que a população sobrevivesse milênios após, teríamos que ter na espécie um fetais perfeito em ambiente perfeitamente adequado, alta heterose sem alelos considerados deletérios, nenhuma ou baixíssima carga genética, alta Variabilidade genética apesar da reduzida população (algo raro de se observar hoje)

Ou seja, nada que lhes ameaçasse a extinção pela transferência aplica que seria quase homogenia de caracteres deletérios. Estes deveriam praticamente inexistir.

Escreveu o biólogo Maximiliano a respeito do fato da existência do casal fundador de nossa espécie:

"Aparentemente, para contrabalançar o efeito negativo do baixo pool gênico (máximo de quatro alelos por gene, já que são dois indivíduos) um casal do tipo ancestral teria de ter:

1 - Uns fetais igual ou muito próximo ao ótimo;
2 - Alta heterose (=heterozigose, = vigor híbrido), e de preferência sem alelos considerados deletérios;
3 - Baixa carga genética.

Todavia, alguns modelos matemáticos (no livro Introdução à Genética, Lewontinl), prevêem que em poucas gerações o número de homozigotos tende a aumentar demais na população, o que com certeza é prejudicial, pois acarreta em redução do fitness devido aos cruzamentos consangüíneos próximos. Apesar de que, se a carga genética é baixa, e não encontramos alelos deletérios, a homozigose não seria tão catastrófica assim.

Por outro lado, esses modelos matemáticos não parecem levar muito em consideração os efeitos da recombinação, elementos genéticos transponíveis (procurar por Ages - Altruistic Genetic Elements, na literatura criacionista) e mutações, na geração de novos alelos, então talvez os pontos a serem levados em consideração neste caso são:

1 - Se estes processos são totalmente aleatórios ou se são regulados de alguma forma (aparentemente existem evidências pra se confiar que a recombinação e a transposição, são sim bem reguladas, haja vista a complexidade dos processos);
2 - Com que rapidez esses processos ocorrem, ou seja, quanto tempo leva pra um processo desses produzir um alelo novo a ser adicionado ao pool gênico". 8



Cap 3 -Aumento de Potencial de Variabilidade nos genótipos ancestrais





A população de Chita têm uma variabilidade genética geralmente baixa "as crias da chita sofrem de elevados índices de mortalidade devido também a factuais genéticos" "Alguns biólogos defendem a teoria de que, em resultado da procriação consangüínea, o futuro da espécie está comprometido" . As chitas estão incluídas na lista de espécies vulneráveis da IUCN (União Internacional pela Conservação da Natureza), como subespécie africana ameaçada e subespécie asiática em situação crítica. É considerada uma espécie ameaçada de extinção no Apêndice I da CITES (Convenção sobre o comércio internacional das espécies da fauna e da flora selvagem ameaçadas de extinção)." 9

"Os caçadores exibem como troféus animais diferenciados com a chita de pelo longo e as de pelo cinzento e azul indicando que no passado havia uma diversidade genética muito maior nesta espécie hoje ameaçada de extinção". idem
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MensagemAssunto: Re: Estudo de Variabilidade, Carga e Patrimonio Genético nas Pop   5/22/2008, 16:43

Tal tendência que chamamos de funil de expressões da variabilidade
ascendente pode ser demonstrada em quase todas as espécies. Onde se
percebe que espécies ancestrais possuem cada vez maior capacidade de
variar-se no passado.

3.1 Análise de Progressões Populacionais Convencionais

Eis as estimativas usuais para o crescimento da população mundial desde
a pré-história (anos negativos devem ser entendidos como a.C.):

Ano população crescimento % a.a.

-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%
-2.000 27.000.000 0,0657%
-1.600 36.000.000 0,0719%
-1.000 50.000.000 0,0548%
-800 68.000.000 0,1539%
-500 100.000.000 0,1286%
-400 123.000.000 0,2072%
-200 150.000.000 0,0993%
1 170.000.000 0,0623%
14 171.000.000 0,0451%
200 190.000.000 0,0567%
350 190.000.000 0,0000%
400 190.000.000 0,0000%
500 195.000.000 0,0260%
600 200.000.000 0,0253%
700 210.000.000 0,0488%
800 220.000.000 0,0465%
900 242.000.000 0,0954%
1000 265.000.000 0,0908%
1100 320.000.000 0,1888%
1200 360.000.000 0,1179%
1250 360.000.000 0,0000%
1300 360.000.000 0,0000%
1340 370.000.000 0,0685%
1400 350.000.000 -0,0926%
1500 425.000.000 0,1943%
1600 545.000.000 0,2490%
1650 545.000.000 0,0000%
1700 610.000.000 0,2256%
1750 720.000.000 0,3321%
1800 900.000.000 0,4473%
1850 1.200.000.000 0,5770%
1875 1.325.000.000 0,3972%
1900 1.625.000.000 0,8197%
1920 1.813.000.000 0,5489%
1925 1.898.000.000 0,9206%
1930 1.987.000.000 0,9207%
1940 2.213.000.000 1,0831%
1950 2.516.000.000 1,2915%
1955 2.760.000.000 1,8684%
1960 3.020.000.000 1,8168%
1965 3.336.000.000 2,0103%
1970 3.698.000.000 2,0818%
1975 4.079.000.000 1,9806%
1980 4.448.000.000 1,7471%
1985 4.851.000.000 1,7497%
1990 5.292.000.000 1,7555%
1995 5.761.000.000 1,7128%
2000 6.272.000.000 1,7142%


Perguntas sobre o gráfico
-1.000.000 125.000 n/d
-300.000 1.000.000 0,0003%
-25.000 3.340.000 0,0004%
-10.000 4.000.000 0,0012%
-8.000 4.500.000 0,0059%
-5.000 5.000.000 0,0035%
-4.000 7.000.000 0,0337%
-3.000 14.000.000 0,0693%


Porque entre 4000ac e 3000ac a população dobrou de 7milhões para 14
milhões? Porque justamente entre 8000 AC e 5000 AC a população
aumentou apenas 12%? De 4,5milhões para 5milhões? Ou seja, em um
período de 1000 anos a população dobra,dá um salto de 7milhões pra 14
milhões, MAS, em um período de três mil anos, três vezes maior que o
anterior, a população aumenta míseros 12%? Ou seja, subiu de
4,5milhões para apenas 5 milhões?
Muitas respostas poderão existir, sem nenhuma base sólida, apenas
conjectural, e em franca desatenção às estatísticas genealógicas e
fontes arqueológicas, bem como a uma lista de fatores que denominamos
fatores de afunilamento populacional, são eles:


1.Línguas de afunilam a 3, 4 , 5 troncos básicos em 4-8 .000 AC
2.População por calculo estatístico inicia a 4-8.000 anos
3.Costumes e culturas cada vez mais semelhantes no recente passado
4.Genealogia (Yale, Nature aponta um ancestral comum a "apenas" 3000 anos)
5.Historia inicia em 4-8 mil anos
6.Número de Cidades reveladas pelas escavações
7. Referencias ao ciclo semanal de 7 dias

3. 2 Perímetro de convergência temporal

3.1.Vetor genealógico, estatísticas (Yale, dr Chang, Nature 2004) e genealogias antigas
3.2. Testes em C14 possível em rochas e diamantes(Dr Baumgardner)
diminuindo tempo geológico convencional e apontando para idades
recentes de camadas sedimentares e até pré-cambriana
3.3.taxas diagênicas em fosseis sem sofrer total permineralização(pesquisas minhas)
3.4.Hipervariabilidade de patrimônio genético ascendente sem acumulo de
doenças genéticas apontando um paraíso no passado sem o acúmulo delas
3.5. Convergência de cronologias antigas
3.6. Estudo de nomes de cidades antigas e genealogias
3.7. Criações instantâneas (Robert Gentry) com diversas publicações na Nature, Science

Obs.:.Abundancia de Fósseis e relato raros que pressupõem a sua
formação, no caso se acoplam com este pensamento quando pensamos em
catástrofes e não em histórico gradual fóssil, o modelo catastrofista
explica a separação deles por camadas ao citar diversos fatores como
zoneamento ecológico, mobilidade, flutuabilidade de corpos, ação
seletiva de águas em harmonia a forças físicas de movimentos.
Berthaut G. 1986, em "Sedimentology-experimens on lamination of
sedimdiments" demonstrou em laboratório a formação SIMULTANEA de
estratos tanto na vertical quanto na horizontal, ou seja, as camadas
geológicas formadas por ação hidrodinâmica se formaram simultaneamente,
onde foi demonstrado que princípios de estratigrafia não se aplicam aos
depósitos estratificados formados em canaletas de laboratório, quando
há escoamento e os experimentos confirmam e explicam os estratos
escalonados que Johanens Walther tinha observado na fácies estudada por
ele. Eles mostraram que os Princípios da superposição e da continuidade
não se aplicam em nenhum dos casos: nem a fácies nem os estratos em
seqüências sucedem-se cronologicamente. Ambos foram depositados
simultaneamente para formar a seqüência estratigráfica. Os experimentos
confirmam a lei de Walther em fácies.
Os experimentos de Rubin e southard realizados na canaleta , juntamente
com as observações submarinas, estabeleceram a relação entre as
condições hidrodinâmicas e as estruturas e depósitos. Esses depósitos e
estruturas são encontrados em rochas sedimentares, e a partir delas
podem ser determinadas às condições hidrodinâmicas, em particular a
velocidade do escoamento, como Austin fez com relação ao Grupo Tonto. O
valioso trabalho dele foi complementado com a descoberta do mecanismo
de formação dos estratos, em nossos experimentos. 16.


3.3 Análise de Parâmetros para Simulações de Sobrevivência de Espécies Ancestrais

Tentatiivas de simular como números extremamente baixos de população de
espécies como as citadas pela Bíblia, tem sido feitas, mas sem
respeitar todos os itens , ou pelo menos o que se pode avistar deles
com progressões de como seria o DNA de 4000 anos atrás. Em simulações
assim o resultado é sempre negativo, ou seja, em poucas gerações, as
espécies se extinguem.


Em debate sobre este tema com pesquisadores da área fui informado:
“Mesmo considerando a taxa de mortalidade como zero, o crescimento
populacional chega ao máximo a 5,73% . Como é que 8 indivíduos
conseguiriam chegar aos 6 bilhões atuais? (sem contar que depois de
tantas guerras, desastres e epidemias tivemos grandes "baixas" nesse
número)???

Esquece as mutações, pense somente numa população pequena e isolada sofrendo deriva genética...

Eu fiz a simulação para apenas 10 loci genênicos, todos inicialmente
heterozigotos (variabilidade genética inicial 100%, como sugere o
modelo bíblico), e os resultados foram:

-
Não sobrou nenhum heterozigoto (freqüência = 0.5)

Ou seja, na primeira mudança no ambiente, na primeira pressão seletiva que houvesse, e a população se extinguiria”.17


Mas a necessidade de DNAs diferenciados não contemplados nestas
simulações, dificilmente gerariam sobreviventes. Existem raramente
espécies que conseguem sobreviver a partir de poucos indivíduos, é de
suma importância para estabelecer modelos ecológicos sustentáveis que
justifiquem capacidade de sobrevivência, mesmo se não esteja levando em
conta a convalidação dos textos arqueológicos, bélicos e de outras
observações.
Podemos tentar fazer progressões que demonstrem como o melhor padrão
genético de espécies mães vai se aperfeiçoando e se hipervariando cada
vez que retornarmos, e verificarmos maior hipervariabilidade no
passado, bem como diminuição de acúmulo de mutações deletérias, é
exatamente a melhor justificativa para a sobrevivência dos fundadores
básicos de espécies aparentadas numérica e cladisticamente, ancestrais.
A dificuldade seria que este esquema só se encaixa num modelo bíblico
criacionista.
Outro desafio que fazemos ao modelo evolucionista é que demonstrem
como as mais de 500 espécies, supostamente "bem adaptadas", que
atravessaram "supostamente" milhões de anos, muitas desde o cambriano
(considerado como tendo existido a 500 milhões de anos atrás) estão
em flagrante extinção se foram elas mesmas, quase mesmas genóptica e
fonópticamente, que fundaram e sobreviveram a tragédias e isolamentos
por tanto tempo.

O comportamento cientifico atual, em relação à sobrevivência de
espécies ancestrais sobre os moldes darwinistas, se apresentam
bastantes distantes de uma síntese.

Por um lado defendem a sobrevivência até em homozigose, destacando que
isso ajudaria evolução e surgimento de novas espécies, pouco dando
atenção ao aspecto sobrevivência. Por outro lado, defendem exatamente o
oposto quando se apresenta um modelo de poucos ancestrais como o
bíblico, com espécies hipervariáveis, saudáveis e longevas, neste caso
partem para demonstrar com gráficos a extinção mesmo até em
heterozigose máxima (claro que não levando em conta diversos aspectos)

A solução mais sensata a meu ver seria uma ancestralidade diferente,
mais longeva, mais hipervariável, com acumulo quase zero de mutações
deletérias, assim como podemos progressionar em diversas espécies como
a "cheetah", onde caçadores ainda exibem a variação "azul" de algumas
décadas atrás. Contudo, o preconceito anti-religioso não permitiria tal
linha de raciocínio em meio acadêmico, e se criaria muito alvoroço e
protestos, claros e escondidos

O certo é que os parâmetros que poderíamos deduzir para um DNA
ancestral dentro desta perspectiva bíblica não mais existem, devido a
muitas deleções de genes , genes que se perderam na quase eliminação
das espécies durante o dilúvio, patrimônio genético perdido, genes
não foram selecionados e fixados, mutações que não existiam não se pode
monitorar, etc.então que parâmetros teríamos?"

Testar um modelo sem estas e muitas outras informações, tais como
informações de longevidade, seria impossível. Talvez se perseguir o
máximo de dados disponíveis tanto no relato de Gênesis como na ciência
moderna que os espelham, tais como milhares de fatores genéticos
ligados ao envelhecimento, seria uma saída mais razoável, mas não menos
complexa.


O aumento de hipervariabilidade genética claramente vista nas espécies
ancestrais, deveria ser fator importante nesta averiguação. Pois temos
casos hoje de poucos indivíduos conseguindo sobreviver e deixar muitos
descendentes, bem como casos raros de populações pequenas com alta VG.
A pergunta que nos surge é: Quê lições estes casos nos ensinariam? Até
que ponto espelha o que pôde ter acontecido no recente passado?

Para que se façam tais simulação é fundamental que enxerguemos que a
necessidade de heterozigose hoje não é a mesma, pois que os cruzamentos
"salvadores" de espécies ameaçadas que se fazem hoje, acontecem com
espécies primas, ou seja, espécies que descenderam de espécies-mães
comuns, apontando para um maior patrimônio e potencial anterior, sempre
que retornamos

Ora, não precisa calcular muito para entender que se retornarmos
míseros 4000 anos encontraremos DNAs hipervariáveis, sem mutações
deletérias e excepcionais

Um exemplo do que falamos em historia antiga é a quase ausência de
relatos de natimortos apesar de todas as culturas incentivarem
casamentos primos, o que até pelas baixas populações era algo forçoso.
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sodré
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MensagemAssunto: Re: Estudo de Variabilidade, Carga e Patrimonio Genético nas Pop   5/22/2008, 16:43

3.4 Justificativas que Demonstram Longevidade nas Populações Ancestrais



Apesar de muitos defenderem aumento de expectativa de vida da população
atual, lembramos que “o que a medicina aumentou foi a expectativa de
vida e não a idade máxima que as pessoas alcançam. Expectativa de vida
é a média das idades. Se você combate a mortalidade infantil você
aumenta a expectativa de vida, a idade média das pessoas mas
eventualmente não acrescenta nada às suas idades máximas. É
interessante observar que as idades máximas registradas foram de
escravos e pessoas do terceiro mundo. O que o primeiro mundo registrou
foi um percentual maior de pessoas idosas mas os recordes de idade não
estão com eles. Expectativa de vida se relaciona com as doenças e o
combate delas. Quanto maior a densidade demográfica e ou menor o grau
de higiene, menor a expectativa de vida útil” 18.

Jacks Cuozzo, Phd em Dentição, foi o primeiro cientista a radiografar
mandíbulas fósseis. Ele analisou dentes fosseis de hominídeos, e
demonstrou que eles viviam mais 300 anos. 19. Padrão fóssil maior dos
seres vivos, sabendo que tamanho possui estreita ligação com maior
longevidade. Comparações de pessoas que vivem em lugares mais naturais,
com hábitos frugais, como possuem mais longevidade. 20 Têm evidencia de
alimentação mais vegetariana de neandertais pelos dentes, e evidencia
de longevidade em cidades de população de vegetarianos como Loma Linda.
21 ”Engana-se quem pensa que na antiguidade o homem era "carnívoro", ou
comia predominantemente carne. Estudos arqueológicos de Burkit
concluíram que o homem consumia cerca de 300g de fibras por dia (que só
existem em vegetais). Atualmente o brasileiro médio consome em média
13g de fibras diariamente. As recomendações de fibras estão entre
25-50g (dependendo de idade e sexo)”. 22 Pouca fibra causa câncer, e
vegetarianismo possui estreita ligação com maior longevidade.. A
Bíblia, que é documento arqueológico, dá esta evidencia, bem como
relatos de outros povos, onde a tradição de falar de longevidade
ancestral é uma marca.. As progressões de aumento/diminuição de acúmulo
de mutações deletérias em pesquisa de 5000 doenças genéticas (Dr
Sanford) implicam também diretamente em longevidade dos ancestrais.





Cap. 4. Conclusão

Concluímos que a única saída para se explicar a não extinção das
espécies ancestrais é que as mesmas possuíam genética diferenciada,
algo próximo ao que a Bíblia relata. Que as espécies atuais, na sua
maioria, já desgastadas, tendo perdido volume patrimonial genético e
feitas às adaptações das mais diversas para sobreviverem, estão por
sua vez, cada vez mais comprometidas e frágeis, como se demonstra hoje
em inúmeras extinções, mesmo com posterior protecionismo humano. O que
percebemos hoje, é que caso espécies sofram algumas pressões
ambientais, elas se extinguem, devido a vários fatores e
principalmente ao acumulo de carga genética que a seleção natural foi e
é incapaz de conter (Dr Sanford), e principalmente por terem fugido de
sua configuração original, a qual lhes permitia suportar mais alguma
sobrevida, pois que estariam cada vez mais próximas do plano original
do Criador.







V- Glossário





VG - Variabilidade ou variação Genética, corresponde ao grupo de
genótipos possíveis para um determinado caráter ou fator, localizado em
um determinado locus.(na fita do DNA). VG se refere também ao número de
loci, ou seja, número de genes, "volume" patrimonial do genoma.



Fitness - Função de avaliação, que mede o quão adaptado está o
indivíduo ao ambiente e seu reflexo no sucesso reprodutivo que
determinado genótipo/gene/indivíduo tem. Segundo Mark Ridley, "fitness"
é o número médio de prole produzida por indivíduos com um certo
genótipo, relativo ao número produzido por indivíduos com outros
genótipos



Lócus - Posição do Gene na fita do DNA





.





















VI- Bibliografia





1 NUNES, R Vieira "Os Vórtices da Extinção (Extinction Vortex)"
Novembro de 2007 . Acesso em 19 de maio de 2008 <
http://rvnunes.multiply.com/reviews/item/4>



2 VESPA, Thiago Baseado em "ESTUDO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE ECHINOMETRA LUCUNTER" Disponivel em ,

www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvcongresso/cdrom/pibic/cadernosderesumos/LivroIC.doc
-> e



3. CHANG, J T; OLSON, Steve "Modelling the recent common ancestry of
all living humans", de Douglas L. T. Rohde (Instituto de Tecnologia de
Massachusetts), Disponivel no site da Nature, em
(Agência Fapesp, 1/10).



4 RECH, Elíbio "A biotecnologia, a sustentabilidade e a
biodiversidade Brasileira" "Qual o impacto da biotecnologia sobre a
diversidade genética?" Disponivel em
> . Acesso em 19 de maio
de 2008



5 KUCK, .Denis Weisz em "Variabilidade genética de peixes-bois é alarmante

Análise de DNA mitocondrial reflete drástica redução populacional e
risco de extinção" Disponivel em

acesso em 19 de amio de 2008



6. FALCÃO, a j s; "Efeitos da Endogamia sobre Características de Reprodução, Crescimento e Valores
Genéticos Aditivos de Bovinos da Raça Pardo-Suíça" ROBERTSON, A. 1961.
Inbreeding in artificial selection programmes. Genet. Res., 2:189-194 .
Disponivel em

Acesso em 19 demaio de2008


7. .ALMEIDA, m J Oliveira; "CONSERVAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOS:,
UTILITARISMO, PRESERVACIONISMO E CONSERVACIONISMO" Disponivel em <
http://64.233.183.104/search?q=cache:TnCrKfR62i0J:www.ruralnet.com.br/upload/artigos/CONSERVA%C3%87%C3%83O%2520DE%2520RECURSOS%2520GEN%C3%89TICOS.doc+extin%C3%A7%C3%A3o+popula%C3%A7%C3%A3o+variabilidade+gen%C3%A9tica&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br>
Acesso em 19 de amio de 2008


8. MENDES, maximiliano em "Problema Dificil de Resolver" Disponivel em

Acesso em 19 de maio 2008



9.WIKIPEDIA "Chita (animal)"Disponivel em Acesso em 19 de maio de 2008



10. HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003



11. SANFORD, john " Genetic Entropy & the Mystery of the Genome"

(October 2005) Disponivel em



"O Dr. John Sanford, phd,"a maioria das mutações aleatórias são
deletérias, e não neutras como proposto pela TE, "seleção natural não
suficiente para filtrar estas mutações, a médio e longo prazo isto
levará extinção





12.HARTWELL, Sarah "Inbreeding de A à Z .Prós e contras da endogamia" 2003



13. TRIUNFOL, Marcia; PARIS, M B Rivero "O DNA mitocondrial de Eva"
Disponivel em
Retirado do site O DNA vai à Escola. Acesso em 19 de maio de 2008



14 SILVA, W Santos, "Uma discussão sobre árvores evolutivas humanas
obtidas de estudos com marcadores moleculares" Revista Criacionista
numero 69 , segundo semestre de 2003, pag 36



15. DELONG, B; COHEN, J E "Estimating World GDP, One Million B.C. -
Present" Disponivel em

Acesso em 19 de maio de 2008



16. Berthaut G. 1986, Sedimentology-experimens on lamination of
sedimdiments" Austin, S A ,1994 "Grand Canyon, Monument to catastrophe"
ICR, USA < http://qao.sites.uol.com.br/apostilageseao.htm> Acesso
em 19 de maio de 2008


17 SUYNDARA, "Réplica ao Sodré" Disponivel em

Acesso em 19 de maio de 2008



18 JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade"
Disponivel em

Acesso em 19 de maio de 2008



19. CUOZZO,Jacks "Buried Alive: The Startling Truth about Neanderthal
Man" Disponível em
acesso em maio de 2008



20. JANSEN, w " Adão, Seus Filhos, População Mundial e Longevidade"
Disponivel em

Acesso em 19 de maio de 2008



21. ´PADRÃO, A P "SBT Realidade - Estilo de Vida Adventista" Disponivel
em acesso em 19 de
maio de 2008


22. ANDRADE, S. C "Carne e Câncer" Disponível em <
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=26688928&tid=2595900350638544949&kw=+Burkit+concluiram+&na=3&nid=26688928-2595900350638544949-2596186286021636227&nst=71>
Acesso em 19 de maio de 2008





Mais Consultas





APREMAVI (Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do
Itajaí). No Jardim das Florestas Org. Miriam Prochnow. Rio do Sul:
Apremavi, 2007.



BIRDLIFE INTERNATIONAL. Threatened birds of the world. Lynx Edicions,
Barcelona, e BirdLife International, Cambridge, Reino Unido. 2000.



BLOMQVIST, D.; PAULINY, A. Caught in extinction Vortex? A Population
decline and genetics in a. metapopulation of Southern Dunlins (Calidris
alpine). Departament of Zoology, University of Gothenburg, Sweden. 2007.



CORDEIRO, P.H.C. A Fragmentação da Mata Atlântica no Sul da Bahia e
suas implicações na conservação de Psitacídeos. Instituto de Estudos
Sócio-Ambientais do Sul da Bahia e Conservation International do
Brasil. 2003.



DARWIN, C. A Origem das Espécies. Texto Integral. Tradução: John Green. São Paulo: Editora Martin Claret, 629 p. 2006.



FRANÇA, V.B. Dados preliminares sobre o estudo das Epífitas
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Parque do Zizo – São Miguel Arcanjo, São Paulo. Centro Universitário
Nossa Senhora do Patrocínio – CEUNSP. 2001.



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PRIMACK, B.R; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina, Paraná: Editora Planta, 2002.



RICKLEFS, R.E. A Economia da natureza. 5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003.



RODRIGUES, F.H.G. Biologia e Conservação do Lobo-guará Na Estação
Ecológica de Águas Emendadas, DF. Tese de Doutorado. Campinas, 2002.



SOUZA, V.C. LORENZI, H. Botânica Sistemática, Guia Ilustrado para
identificação das famílias de Angiospermas da flora Brasileira, baseado
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FAGAN, W.F.; HOLMES, E.E. Quantifying the extinction vortex. Ecology Letters, Vol. 9 p. 51-50. 2006



HARRIS, R.B.; MAGUIRE, L.A. SHAFFER, M.L. Sample Sizes for Minimum
Viable Population Estimation Conservation Biology, Vol. 1, No. 1 , pp.
72-76. 1987
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