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 A Igreja Congregacional, a Lei e o Sábado

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Marllington Klabin Will
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MensagemAssunto: A Igreja Congregacional, a Lei e o Sábado   10/31/2007, 20:17


A IGREJA CONGREGACIONAL, A LEI E O SÁBADO

Por Marllington Klabin Will

  A Igreja Congregacional, histórica e teologicamente faz parte da família calvinista nas questões doutrinárias e tradicionalmente sua liturgia é a reformada conservadora. O regime de administração eclesiástica congregacionalista é um sistema onde cada congregação local é independente em questões administrativas. Isso aconteceu devido à insatisfação com a reforma mal feita da Igreja Anglicana que gerou um grande número de dissidentes. Esses com o tempo foram agrupados em congregações autônomas e mais tarde em convenções, sendo os pioneiros da colonização inglesa na América do Norte, onde a estrutura da denominação era intimamente interligada com o governo civil colonial.

  No Brasil as igrejas congregacionalistas são filiadas em sua grande maioria a “União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil” (UIECB) ou a “Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil” (AIECB), e congregações de ambas as fraternidades também estão afiliadas à “Aliança Reformada Mundial”, entidade que mantém a comunhão doutrinária de várias denominações reformadas, principalmente de congregacionalistas e de presbiterianos. Praticamente a única diferença entre o congregacionalismo e o presbiterianismo é que o primeiro adota o sistema de autonomia administrativa das congregações locais. O que há de incomum, que caracteriza e que mantém um elo de união entre essas congregações é a doutrina professada.


O QUE A IGREJA CONGREGACIONAL DIZ SOBRE A LEI E O SÁBADO?

  O que historicamente os líderes religiosos congregacionalistas têm ensinado oficialmente sobre assuntos que falam da Lei de Deus? O que ensinam sobre os Dez Mandamentos? E o que dizem a respeito do sábado? Baseado em confissões de fé, credos, catecismos, depoimentos, letras de hinos e em documentos autorizados, veremos no presente artigo qual o posicionamento oficial da Igreja Congregacional sobre essas questões. Ao contrário do que pensam alguns congregacionalistas mal-informados de sua própria doutrina, é fato que seus líderes e autoridades, teólogos de maior gabarito, professores, ilustres evangelistas, pastores e famosos escritores concordam com os adventistas e demais cristãos observadores do sábado quanto à validade deste e de todos os mandamentos do Decálogo como regra de prática e conduta para o cristão. Inclusive, esta é a mesma posição bíblica ensinada oficialmente há séculos pelas demais denominações cristãs, como batistas, metodistas, luterano, presbiterianos, anglicanos, assembleianos, católicos, mórmons, etc.

  É verdade que quando essas autoridades congregacionalistas tratam sobre o assunto do “sábado” eles pretendem reinterpretar o quarto mandamento como agora se aplicando ao primeiro dia da semana, supostamente devido à ressurreição de Cristo. Então, estão plenamente corretos e de acordo quanto à validade e vigência de todos os mandamentos do Decálogo e das origens edênicas do princípio sabático, mas estão equivocados ao acharem que o domingo tomou o lugar do sábado, uma informação que não se consta em parte alguma da Bíblia Sagrada.

  Vamos conferir então como os congregacionalistas têm se posicionado a respeito das seguintes questões.


1) O que é a Lei de Deus? O que são os Dez Mandamentos?

  Quem nos responde é a “Lição da Escola Dominical” da UIECB (União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil) de 15/08/1971, que ensina:
      A transmissão da Lei no Monte Sinai constitui-se em um dos acontecimentos mais destacados, e mais universal. (…) Como as rochas… da montanha em que foram transmitidos, estes preceitos formam a base imóvel da vida moral de homens e de nações, o fundamento duradouro de toda civilização digna e firme.”Grifos acrescentados.

2) A Lei de Deus, os Dez Mandamentos, estão vigentes para o cristão?

  Do artigo 21 de “Os Vinte e Oito Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo”, declaração de fé oficial da Igreja Congregacional, consta a seguinte afirmação, sob o título “Da Obediência dos Crentes”:
      “Ainda que os salvos não obtenham a salvação pela obediência à lei, senão pelos merecimentos de Jesus Cristo, recebem a lei e todos os preceitos de Deus como um meio pelo qual Ele manifesta sua vontade sobre o procedimento dos remidos e guardam-nos tanto mais cuidadosa e gratamente por se acharem salvos de graça. Ef 2:8,9; I Jo 5:2,3; Tt 3:4–8.”Grifos acrescentados. Essa declaração de fé pode ser encontrada no web site oficial da denominação. Para visualizá-la, clique aqui.
  Jonathan Edwards, um grande pregador da Igreja Congregacional, e por algum tempo presidente da Universidade de Princeton, afirma:
      “Através da expiação de Cristo maior honra é concedida à lei, e, conseqüentemente, é ela mais estabelecida do que se houvesse sido executada literalmente e toda a humanidade condenada. Tudo o que concorre para maior engrandecimento da lei, contribui para estabelecer-lhe a autoridade.”Em “The Works of Jonathan Edwards”, ed. de 1842, vol. 2, p. 369.
  Trecho do hino nº 519 do “Hinário Salmos e Hinos”, utilizado pela Igreja Congregacional:
      “Salvação por homens dada, paz fingida, paz comprada, lei de Deus falsificada, tudo rejeitai! Lei de Deus não muda, o Senhor ajuda a quem cumprir sem desistir”.
  Conforme foi visto acima, os congregacionalistas têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima. Depois de mostrarmos o ensinamento expresso em seu próprio hinário, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial das Igrejas Congregacionais?


3) Existe diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

  O capítulo 24 de “Os Vinte e Oito Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo” tem por título “Da Lei Cerimonial e dos Ritos Cristãos” e declara o seguinte:
      “Os ritos judaicos, divinamente instruídos pelo ministério de Moisés, eram sombras de bens vindouros e cessaram quando os mesmos bens vieram. Os ritos cristãos são somente dois: o batismo d’água e a Ceia do Senhor.”
  A “Declaração de Savóia” contém a mesma “Confissão de Fé de Westminster” que declara:
      “III. Além dessa lei (os Dez Mandamentos), geralmente chamada Lei Moral, foi Deus servido dar ao seu povo de Israel, considerado uma igreja sob a sua tutela, leis cerimoniais que contêm diversas ordenanças típicas. Essas leis, que em parte se referem ao culto e prefiguram Cristo, as suas graças, os seus atos, os seus sofrimentos e os seus benefícios, e em parte representam várias instruções de deveres morais, estão todas ab-rogadas sob o Novo Testamento.
    Hb.10:1; Gl.4:1–3; Cl.2:17; Êx.12:14; I Co.5:7; II Co.6:17; Cl.2:14,16–17; Ef.2:15–16.
      “IV. A esse mesmo povo, considerado como um corpo político, Deus deu leis civis que terminaram com aquela nacionalidade, e que agora não obrigam além do que exige a sua eqüidade geral.
    Êx.21:1–36,22:1–29; Gn.49:10; Mt.5:38–39.”
    Cap. XIX. Grifos acrescentados.
  De tudo que está registrado, fica mais do que claro que esses documentos confessionais cristãos históricos, além de mestres de outras confissões, admitem que existam pelo menos duas leis, dentre outras, das quais fala a Escritura Sagrada:
 —> Lei Moral — sumariada nos Dez Mandamentos, e
 —> Lei Cerimonial — representada pelos sacrifícios e ordenanças rituais para Israel.


4) A que tipo de lei o apóstolo Paulo se refere em Colossenses 2:16?

  O Dr. Charles Hodge, destacado teólogo evangélico da Igreja Congregacional, autor de uma ótima apologia à moralidade do princípio sabático, declara:
      Apela-se a passagens tais como Colossenses 2:16: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. E Romanos 14:5: ‘Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente”. Cada um de nós, contudo, sabe que as igrejas apostólicas viviam grandemente atribuladas pelos judaizantes, os quais insistiam em que a lei mosaica continuava em vigor, e que os cristãos eram obrigados a conformar-se às suas prescrições acerca da distinção entre alimentos limpos e impuros, bem como a seus numerosos dias de festa, nos quais todo trabalho tinha de ser interrompido. Esses eram os falso mestres e essa era a falsa doutrina contra a qual muitas das epístolas de Paulo se dirigiam. É uma óbvia referência a tais homens e suas doutrinas que passagens como as supracitadas foram escritas. Elas não fazem nenhuma referência ao Sábado semanal, o qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja Cristã.”Em “Teologia Sistemática”, p. 1269.
[CONTINUAÇÃO NO PRÓXIMO QUADRO]


Última edição por em 12/6/2007, 04:16, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: CONTINUAÇÃO   10/31/2007, 20:17

[CONTINUAÇÃO DO QUADRO ANTERIOR]

5) E o sábado semanal, qual a sua origem e por quanto tempo deve durar?

  Repetimos aqui o trecho que acabamos de citar logo acima, que diz enfaticamente:
      “…o Sábado semanal, o qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja Cristã.”Idem.
  Novamente, o Dr. Charles Hodge, destacado teólogo evangélico da Igreja Congregacional, declara:
      “Por este mandamento encontramos que… o Sábado não só é mencionado como ‘deleite’, mas que também é predita sua fiel observância como uma característica do período messiânico. (…) o Sábado foi instituído desde o princípio do mundo, e que foi designado para ser de obrigação universal e permanente.”Artigo “O Quarto Mandamento”, publicado na revista “Os Puritanos”. Grifos acrescentados.

6) Há razões para santificarmos o sábado?

  Existem congregacionalistas leigos, mesmo sinceros, que acreditam que Jesus não guardou os Dez Mandamentos e que ele combateu o sábado. O que diz a Bíblia? Até onde vai o conhecimento deles? Caso Jesus tivesse profanado o sábado, ou qualquer outra lei, Ele não poderia ser “um cordeiro sem defeito nem mancha” (1Pe.1:19), nem poderia ser o Messias que tem a função de “engrandecer a lei e torná-la gloriosa” (Is.42.21). Então, quem afirma que Cristo violou o sábado, está negando que Ele era o Messias, tornando-O um mero pecador e mentiroso, pois Ele mesmo disse ter observado os mandamentos (Jo.15:10).

  E o que dizem os líderes congregacionalistas sobre esse assunto? No já citado “The Works of President Edwards” há estas declarações relacionadas ao sábado:
      “Outro argumento da perpetuidade do sábado, nós o temos em Mateus 24:20: ‘Orai para que vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado.’ Cristo está falando aqui da fuga dos apóstolos e outros cristãos de Jerusalém e da Judéia, justamente antes de usa destruição, conforme está claro em todo o contexto. (…) Entretanto, está explícito nessas palavras do Senhor, que mesmo os cristãos que vivessem nessa época estavam sujeitos a uma estrita obediência ao sábado.”Ed. reimpressa de Worcester (1848), vol. 4, p. 621–622. Grifos acrescentados.
  Então, podemos afirmar com toda convicção: Jesus não Se levantou contra os Mandamentos, nem contra o sábado. O que Jesus fez foi não Se ajustar às formas e aos acréscimos que os escribas e fariseus fizeram à Lei de Deus. Jesus guardava o sábado conforme a ESSÊNCIA do quarto mandamento, e não à moda farisaica cheia de tradições! O que fica mais do que claro que Jesus queria confrontar os escribas e fariseus na MANEIRA deles verem o mandamento do sábado, e não no próprio mandamento em si, para reformar a observância sabática ao verdadeiro sentido do mandamento.


7) O sábado pode ser reinterpretado segundo a vontade de cada um?

  Os congregacionalistas acham que eles mesmos são os que devem escolher o dia para o descanso e culto, reinterpretando o mandamento do sábado e aplicando-o ao domingo, chamando-o de “o sábado cristão”. O fato é que esta questão está obedecendo à conveniência das pessoas e não o que diz o claro “assim diz o SENHOR”. Será que deve ser assim mesmo? Biblicamente, “o sétimo dia é o sábado do SENHOR” (Ex.20:10).

  Qual a posição oficial congregacionalista expressa na “Declaração de Savóia”, a qual é uma leve revisão da “Confissão de Fé de Westminster” (ver capítulo “A Espiritualidade de John Owen”, em J. I. Packer, “Entre os Gigantes de Deus”, p. 209.)? Nesta, vemos claramente a vigência do princípio sabático, mas infelizmente está sendo aplicado ao primeiro dia:
      “VII. Como é lei da natureza que, em geral, uma devida proporção do tempo seja destinada ao culto de Deus, assim também em sua palavra, por um preceito positivo, moral e perpétuo, preceito que obriga a todos os homens em todos os séculos, Deus particularmente designou um dia em sete para ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até ao fim do mundo como o sábado cristão.
    Êx.20:8–11; Gn.2:3; I Co.16:1–2; At.20:7; Ap.1:10; Mt.5:17–18.
      “VIII. Este sábado é santificado ao Senhor quando os homens, tendo devidamente preparado os seus corações e de antemão ordenado os seus negócios ordinários, não só guardam, durante todo o dia, um santo descanso das suas próprias obras, palavras e pensamentos a respeito dos seus empregos seculares e das suas recreações, mas também ocupam todo o tempo em exercícios públicos e particulares de culto e nos deveres de necessidade e misericórdia.
    Êx.16:23–26,29–30, e 31:15–17; Isa.58:13; Ne.13:15–19,21–22; Is.58:13; Mt.12:1–13.”
    Cap. XXI, “Do Culto Religioso e do Domingo”. Grifos acrescentados.
  Indiscutivelmente, todas essas autoridades e documentos religiosos congregacionalistas não concordam com a visão herética semi-antinomista/dispensacionalista que nega a validade e vigência do Decálogo como norma cristã, e prega o fim total do quarto mandamento, como sendo “cerimonial”. Mesmo que o sábado seja interpretado por esses documentos e autores como referindo-se ao primeiro dia, o “sábado cristão” como é chamado, o que importa é que admitem oficialmente a validade e vigência do mandamento e as origens endêmicas do princípio sabático. A questão sobre o domingo ter tomado o lugar do sétimo dia já é outra.


8) A Bíblia ensina a observância do domingo no lugar do sábado?

  O Dr. Layman Abbot, congregacionalista, faz esta declaração no “Christian Union”:
      “A noção atual, de que Cristo e Seus apóstolos, autoritariamente, substituíram o sétimo dia pelo primeiro dia, é absolutamente sem autoridade no Novo Testamento.”26 de junho de 1890.

      “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o sábado cristão.”
    Extraído de “Mode and Subjects of Baptism”, de Fowler.

9) Como poderíamos resumir todo o ensinamento da Igreja Congregacional que vimos até agora?

 A A universal e eterna lei de Deus é sistematizada e expressa para o homem na forma dos Dez Mandamentos, também universais e eternos, que prosseguem válidos e vigentes como norma de conduta cristã. Tal fato sempre foi oficialmente reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do presente e do passado, pertencentes às mais diferentes denominações, e é o que tradicionalmente constituiu o pensamento geral de toda a cristandade.

 B A lei divina nas Escrituras se apresenta com preceitos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos.

 C Dentro do Decálogo há o quarto mandamento estabelecendo que um dia inteiro entre sete de descanso deve ser santificado a Deus, princípio este que fora instituído na fundação do mundo para benefício do homem no Éden e deve ser mantido pelos cristãos hoje.

 D Jesus não transgrediu o quarto mandamento, muito pelo contrário, Ele pretendia reformar sua observância de acordo com a essência do princípios sabático e em nenhum lugar da Bíblia consta a informação de que o sábado foi substituído do sétimo dia para o primeiro da semana.


10) O que deve fazer o cristão, numa demonstração prática de sabedoria e amor a Deus?
      Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. (…) Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele. (Jo.14:15,21)

11) Diante de tudo o que foi apresentado, qual deve ser a posição de cada ovelha do rebanho da Igreja Congregacional?

  A Bíblia Viva registra Tiago 4:17 da seguinte maneira:
      Lembrem-se também de que, saber o que deve ser feito e não fazer, é pecado.

12) Como cristão sincero, nascido de novo pelo sangue de Cristo, qual vai ser a sua resposta ao Senhor Jesus?

  A escolha é totalmente sua!
      Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap.14:12)


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