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 Como a Bíblia Devia Dizer, Mas Não Diz. . .

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Prof. Azenilto
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MensagemAssunto: Como a Bíblia Devia Dizer, Mas Não Diz. . .   1/14/2008, 19:22


COMO A BÍBLIA DEVIA DIZER, MAS NÃO DIZ (SE. . .)
Algumas passagens bíblicas poderiam ter transmitido idéias com linguagem bem mais adequada a certas crenças populares, como nos casos que examinaremos, de um dos dois grandes erros que a Reforma Protestante ficou devendo de nos corrigir: a crença na imortalidade da alma.

Para desconsolo dos defensores dessa doutrina, a Bíblia tem linguagem bem diversa do que esperariam, para que respaldasse suas teorias. Vejam na seqüência de textos abaixo como idealmente ela devia transmitir as idéias defendidas por muitos nesse ensino, mas não é o que realmente diz.

Há alguns aspectos bem instrutivos neste material, e todos poderão aprender com o mesmo, numa experiência que chega a ser divertida.


NO VELHO TESTAMENTO
Comecemos com o relato da criação do homem:

Gênesis 2:7: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente”.]


Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida, que, diferentemente do que receberam os animais, é uma partícula imaterial e eterna que sobrevive à morte de forma consciente; e o homem tornou-se alma vivente, portadora de alma imortal”.

Não é esta, porém, a linguagem biblica, porque Moisés não pretendia ensinar a primeira mentira proferida sobre o nosso planeta, “É certo que não morrereis” (Gên. 3:4).


Eclesiastes 3:19-21: “Pois o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos brutos; uma e a mesma coisa lhes sucede; como morre um, assim morre o outro; todos têm o mesmo fôlego; e o homem não tem vantagem sobre os brutos; porque tudo é vaidade. Todos vão para um lugar; todos são pó, e todos ao pó tornarão. Quem sabe se o espírito dos filhos dos homens vai para cima, e se o espírito dos brutos desce para a terra?”


Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Pois o que sucede aos filhos dos homens não é o mesmo que sucede aos brutos; coisas diferentes lhes sucede; como morre um, assim não morre o outro; todos não têm o mesmo fôlego; e o homem leva vantagem sobre os brutos por ter uma alma imortal; porque nem tudo é vaidade. Todos vão para um lugar, mas só em termos de seus corpos; todos são pó em termos corporais, e todos ao pó tornarão. É bem sabido que o espírito dos filhos dos homens vai para cima, para o céu (no caso dos salvos) e o espírito dos ímpios desce para debaixo da terra, para os quintos dos infernos”.

Não é esta, porém, a linguagem biblica, porque Salomão, ao fazer uma profunda reflexão sobre a natureza e destino humanos, compara perfeitamente homens e animais. Na morte o homem não leva vantagem alguma sobre os animais, pois todos são pó e voltarão a tal condição. O fôlego de vida simplesmente é desligado do homem e não vai para parte alguma, nem para cima, nem para baixo. Assim como ao desligar-se uma lâmpada esta deixa de emitir luz porque sua fonte de energia não está ali atuando, o homem na morte perde sua fonte de “energia” vital, e vira apenas pó, permanecendo em total inconsciência, no sono da morte, até o despertar do dia da ressurreição.

Eclesiastes 12:7: “. . . e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
“. . . e o pó volte para a terra como o era, e o espírito só dos salvos volte a Deus que o deu”.

Simplesmente não é esse o teor da mensagem de Salomão que no contexto todo, JAMAIS indica que está se referindo só ao homem salvo. Os que defendem a imortalidade da alma e se utilizam desse verso estão, no fundo, pregando o universalismo, ou seja—a salvação universal, porque assim como TODOS vão ao pó, igualmente o espírito de TODOS os homens voltaria para Deus. O que se dá é que o espírito, ou ruach-fôlego de vida, é reintegrado ao espaço como o ar tantas vezes inalado e expirado pelo homem.


Eclesiastes 9:5 e 6: “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol".


Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Pois os vivos sabem que morrerão, e os mortos já no céu, inferno, purgatório ou assemelhados sabem muita coisa e sua memória é bem ativa em recordar o que fizeram de bom ou mau debaixo do sol. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja continuam ativos, seja no ambiente de salvação ou perdição, com os maus sentimentos só para os perdidos, logicamente. Eles daí em diante não têm parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol, mas isso só até a ressurreição, quando voltarão para "debaixo do sol" para enfrentarem o julgamento (sabe-se lá por que, já que seus casos estão definidos. . .)”.

Creio que isso até dispensa maiores comentários. . .

Jó 19:25: “Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pele, então fora da minha carne verei a Deus; vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, e não mais como adversário. O meu coração desfalece dentro de mim!”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Pois eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida esta minha pele, então minha alma irá para o céu e fora da minha carne verei a Deus; vê-lo-ei ao meu lado, e os meus olhos o contemplarão, e não mais como adversário. O meu coração desfalece dentro de mim!”.

Não é esta, porém, a mensagem de Jó, um livro escrito pelo mesmo Moisés que não deixa a mínima pista de uma criação dualística do homem, nada de alma imortal. Jó esperava ver a seu redentor quando Jesus retornar, não quando sua alma for para o céu, e no cap. 14:7-14 ele dá um golpe de morte sobre a tese da imortalidade da alma ao dizer que “como as águas se retiram de um lago, e um rio se esgota e seca, assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus não acordará nem será despertado de seu sono”. Com isso temos mais demonstrações claras da noção de que a morte é um sono inconsciente.


Salmo 37:20: “Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do Senhor serão como a beleza das pastagens; desaparecerão, em fumaça se desfarão”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do Senhor serão como a beleza das pastagens; desaparecerão, em fumaça se desfarão, ou seja, só os corpos, pois suas almas permanecerão queimando eternamente no fogo eterno do inferno”.

Isto não é o que o salmista quer transmitir, porém, especialmente em vista do que ele também diz no Salmo 92:7, “quando os ímpios brotam como a erva, e florescem todos os que praticam a iniqüidade, é para serem destruídos para sempre”. A própria palavra “destruição” indica algo que chegou a um fim, não que permanece eternamente em atividade.


Salmo 146: 3 e 4: “Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio. Sai-lhe o espírito, e ele volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há auxílio. Sai-lhe o espírito, e o corpo dele volta para a terra; naquele mesmo dia o seu espírito parte para o céu e os seus pensamentos passam a ser celestiais”.

Contudo, não é essa a idéia que o salmista deseja transmitir, como se pode ver claramente também no Salmo 115:17: "Os mortos não louvam ao Senhor, nem os que descem ao silêncio”. Ele fala DA PESSOA dos mortos, e no paralelismo de linguagem confirma que não podem louvar a Deus “os que descem ao silêncio”, o que liqüida a questão. Temos aí claramente a morte comparada com silêncio, com a mesma força em que é comparada a um sono. Ambos os sentidos denotam isso mesmo—inconsciência na morte.


Daniel 12:2: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Muitas almas dos que estão no céu, inferno, purgatório, hades, sheol, seio de Abraão, limbo, e assemelhados, reincorporarão e ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno”.

Não é isso, porém, que o profeta ensina. Apenas e tão-somente fala dos que “dormem”, uma metáfora comum nas Escrituras, tanto no Velho quanto no Novo Testamento, para falar da morte, pois a idéia é exatamente de que nessa condição há inconsciência total, já que “na morte não há lembrança de ti [Deus]; no Seol quem te louvará?” (Sal. 6:5).

E ele jamais faz essa divisão de “corpo” e “alma” ou “espírito”, já que fala DAS PESSOAS que dormem, e estão no pó da terra, não em qualquer “departamento do além”.


Última edição por em 1/21/2008, 03:18, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Como a Bíblia Devia Dizer, Mas Não Diz. . .   1/14/2008, 19:35

NO NOVO TESTAMENTO
João 5:28, 29: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que as almas dos que estão nos túmulos e que se acham no céu, inferno, purgatório ouvirão a Sua voz e virão incorporar-se: os que tiverem feito o bem para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”.

Nem faria sentido almas que já estariam na vida reincorporar para a “ressurreição da vida”. A própria linguagem do texto deixa claro que só pela ressurreição é que adentrarão a vida. Isso se harmoniza com o que é dito pouco antes, no vs. 25: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão”.

Igualmente os que já estavam em condenação terem que reincorporar para apenas assumir um corpo e voltar à condenação anterior, que lógica há nisso? Sem falar no problema dos dualistas não saberem explicar como os corpos dos ressurretos não-salvos podem suportar eternamente o “fogo” da condenação sendo que só os remidos terão corpos incorruptíveis.


João 11:11: “E, tendo assim falado, acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
E, tendo assim falado, acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, morreu e vou para trazer sua alma de volta do céu à Terra”.

E aqui temos mais uma de nossas “charadas teológicas”, como alguém denominou certas de nossas perguntas para reflexão: se Cristo tirou Lázaro do céu, fez-lhe uma maldade, pois se foi trazê-lo do ambiente perfeito do céu para voltar a este vale de lágrimas, isso não lhe seria nada favorável. Ou se estivesse no inferno (pouco provável pois ele era um seguidor do Mestre) estaria lhe dando uma nova oportunidade de salvação, o que é antibíblico.

Ademais, Lázaro não trouxe nenhuma informação do período de quatro dias em que esteve morto. Se tivesse experiências a compartilhar de sua vida no além nesse tempo, sem dúvida o evangelista João teria o maior interesse em registrar seu depoimento no evangelho que produziu.


João 14:1-3: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.


Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, ficarei esperando que suas almas vão aparecendo por lá para ocuparem as moradas, segundo cada um vá morrendo”.

Mas não é isso que a Bíblia ensina, pois a ênfase da mensagem de Cristo sempre foi a ressurreição, o reencontro com Seus filhos mediante a ressurreição dos mortos, como em João 6:54: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”.


João 20:17: “Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi ao Pai”.


Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Recomendou-lhe Jesus: Pode deter-me à vontade porque já subi ao Pai, tendo lá no céu até me encontrado com a alma do condenado arrependido”.

Não foi, porém, o que o Salvador declarou à Madalena ao terceiro dia.


1 Coríntios 15:16-18: “Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. Logo, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima”.

Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Porque, se os mortos não têm almas imortais que deixam seus corpos na morte, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. Mas, não importa: As almas dos que dormiram em Cristo estão garantidas no céu”.

Não é essa a idéia que o Apóstolo deseja transmitir. A lógica de sua linguagem é de que a ressurreição é uma verdade indiscutível, confirmada e garantida pela ressurreição do próprio Cristo. Não fosse pela ressurreição, que é o tema dominante do capítulo, os que dormiram em Cristo estariam perdidos, não garantidos com suas almas no céu.


1 Coríntios 15:32: “Se, como homem, combati em Éfeso com as feras, que me aproveita isso? Se os mortos não são ressuscitados, comamos e bebamos, porque amanhã morreremos”.



Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
Se, como homem, combati em Éfeso com as feras, que me aproveita isso? Se as almas não são imortais, comamos e bebamos, porque amanhã morreremos”.

Este texto é interessantíssimo, e uma tortura para os defensores do dualismo. Se Paulo cresse na imortalidade da alma as palavras paulinas não fariam o menor sentido nesta passagem, porque se fosse estraçalhado pelas feras, isso só afetaria o seu corpo, a alma estaria garantida. Então, o “comamos e bebamos que amanhã morreremos” não pode aplicar-se de jeito nenhum a um contexto de crença na imortalidade da alma.


2a. Pedro 3:5-7: “. . . desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, afogado em água; mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição [destruição] dos homens ímpios”.



Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
“. . . desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste; pelas quais coisas pereceu o mundo de então, afogado em água; mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo, quando as almas dos homens ímpios permanecerão embutidas em seus corpos não-incorruptíveis, numa eterna e estranha destruição que nunca se completa, num fogo infernal e inapagável, de domicílio incerto”.

Cremos que este texto é de clareza meridiana, sobretudo quando vem no contexto do que Pedro também fala da destruição geral ocorrida no dilúvio. O paralelo que ele mesmo faz entre a destruição geral do dilúvio e a destruição final dos homens ímpios não dá margem a qualquer ambigüidade quanto a sua intenção em falar o mesmo que Paulo mencionou sobre a sorte dos ímpios em 2a Tess. 1:7-10 (“punição de . . . eterna destruição, banidos da face do Senhor”).


Apocalipse 21:1: “E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe”.



Como Devia Ter Sido Escrito Para Ajustar-se às Teses do Erro
E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe, permanecendo um lago de fogo queimando eternamente sobre a face do planeta, com os remidos podendo ver o que se passa dentro dele—pais e mães, salvos no ‘seio de Abraão’, testemunhando eternamente a tortura infinita de seus filhos não-salvos”.

Esta é outra de nossas “charadas teológicas” que até agora ninguém realmente resolveu de forma minimamente aceitável. Não ocorre qualquer informação de que aconteça algo mais com esse lago de fogo após cumprir o seu papel de “segunda morte”. Não é dito em parte alguma que salta de sobre a superfície da Terra, onde queima os que nele são lançados (ver vs. 9ss), para prosseguir queimando noutra parte do universo. Como não é dito isso, só pode continuar sobre o planeta. . .

Na verdade, esse lago de fogo da “segunda morte” simplesmente sai de cena. O que ocorre mesmo com os ímpios nele lançados é explicado em Malaquias 4:1-3:

“Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo. Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos exércitos”.


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